terça-feira, 24 de Novembro de 2009

B Fachada "B Fachada"


Amores e desamores, amantes e amigos, viagens e passeios: B Fachada cumpre a promessa e edita ainda em 2009 aquele que, não sendo só sério, é o seu primeiro álbum a sério. Cobre-se de cores outonais, aconchega-se em invernosa prudência e revela com imperturbável clareza a dimensão de um talento que só os mais esperançosos anteciparam nesta exacta medida, toda ela transbordante, impetuosamente juvenil e impossivelmente vívida.

Há um par de anos que B Fachada vem semeando campos. E é da ordem natural das coisas que se provem uns mais férteis do que outros. Por isso, que não se sobressalte quem não apanhou todas as trovas que ao vento lançou. Até porque – nos early years mais irredutíveis que se possa imaginar (EP “Até-Toboso”, Merzbau, 2007; EP “Sings the Lusitanian Blues”, Merzbau 2008; EP “Mini CD (Produzido por Walter Benjamin)”, Merzbau 2008; EP “Viola Braguesa” Merzbau/FlorCaveira 2008; CD “Um Fim-de-Semana no Pónei Dourado”, FlorCaveira 2009) – nem todas indiciavam um domínio tão efectivo da arte da canção quanto aquele que por ora atinge, nem tal propósito serviam.

Confortavelmente homónimo, “B Fachada” – o álbum – é o retrato de quem esperou pela passagem das estações, de quem teve temperança na hora da colheita e soube aproveitar só a fruta madura. Escolheu materiais, acumulou contos, duvidou de algumas coisas e ouviu muitas outras. Nos poucos meses passados desde “Um Fim-de-Semana no Pónei Dourado” testemunhámos um processo que, à falta de termo mais exacto e menos dependente da nossa própria perspectiva, qualificaríamos como… humilde. Longe da contrição, esta humildade em Fachada é de natureza mais prática: valorizar o trabalho, aguçar os sentidos, analisar com rigor o que havia feito e o que desejava vir a fazer, aperfeiçoar-se constantemente. Agora que do estúdio regressou com estas canções tingidas de dourado, necessariamente reflexivas mas nem por isso austeras, percebemos que o seu inverno é só um estado em que derrama luz de forma mais doce e concentrada.

Fachada – sem que por isso se pareça especialmente interessar – obriga-nos a reflectir sobre o tempo. Não é todos os dias que chega um álbum com pouco mais de meia hora capaz de relembrar que a duração de um disco é infinitamente multiplicável. Nessa medida, estas onze canções apontam para um futuro em que, como sempre nestes casos, são a única certeza. Simultaneamente, actuam de forma retroactiva num nostálgico folhetim em que cabem as melhores páginas de um cancioneiro tão recente quão recente é a sua descoberta. Tudo isto terá implicações extraordinariamente profundas, mas, no mínimo, aponta para que o tempo em que vive não possa ser o mesmo em que vivem os outros. Isto é, não é costumeiro – nem aqui nem em lugar algum – que um só activista transtorne assim um ano de música.

Mas nem tudo em Fachada gira em torno de si. Por mais assimiladas no seu léxico autoral que estejam, há por aqui inúmeras referências que, em brincadeira, consideramos sacudir o pó a muitas décadas. Da melodia de ‘Queda do Império’ de Vitorino em ‘A Velha Europa’ aos acordes do ‘Lean on Me’ de Bill Withers na introdução de ‘Só Te Falta Seres Mulher’ – e que os títulos se adeqúem foi tudo menos premeditado, garantimos – há um imenso gosto em evocar, de que o ‘Responso Para Maridos Transviados’ é o exemplo evidente. E a cada dia que passa há mais gente a encontrar provas do que nem se imagina intencional: que ‘Kit de Prestidigitação’ pega no ‘Manual de Prestidigitação’ de Mário Cesariny, que ‘A Bela Helena’ é um blues sacado a Louis Armstrong e King Oliver ou que a capa pisca o olho ao ‘Baile no Bosque’ dos Trovante. E por aí fora conforme mais gente tiver o disco nas mãos. Porque, no limite, é isso que Fachada faz melhor: simular que é – ou que deveria ser – feito por si o mundo que há já na cabeça de cada um. E todos sabemos ser essa a maior ilusão da pop... E a sua maior subtileza.

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

Tó Trips "Electric Marrakesh"

Electric Marrakesh from raquel castro on Vimeo.

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Tó Trips n'A-TROMPA

Em contagem decrescente para a primeira apresentação de "Guitarra 66" numa sala lisboeta (poster aí ao lado), eis a crítica n'A-TROMPA. A palavra a Rui Dinis: “Impressões. São impressões, meus amigos. “Guitarra 66″ é um disco impressivo, um apelo às emoções, um disco marcado pelo que o exterior imprime em nós; todos os dias; quando calha. “Guitarra 66″ é a expressão dessas impressões; (…) É um disco sem segredos; cru; tocado apenas com guitarra clássica – e espaçada percussão; (…) É um avanço corajoso por intrincadas combinações rítmicas, resolvidas superiormente por um dedilhar pouco óbvio. É um encanto. O que ali está é um punhado de sensações diferenciadas, sentidas à velocidade da paisagem; da terra calcorreada. (…) É a tal prova de amor; à terra; à vida; à música; mas essencialmente à sua mulher Raquel, a quem Tó Trips dedica este disco. Não é apenas um disco de guitarra clássica, é essencialmente um disco retrato de paisagens, de paixões, de emoções e de uma certa forma de ser. O ser Tó Trips, por mais estranho que nos possa parecer. É a viagem que é preciso fazer. A viagem de uma vida”..

Diabo na Cruz na TIME OUT

João Miguel Tavares avisa o que traz este Diabo: "Mais ideias e talento e incrustados do que 99% da produção nacional, ranchos folclóricos incluídos. Que é como quem diz: se vir este Diabo entrar-lhe pela casa não chame o exorcista. Deixe-se possuir, que está perante um dos melhores discos do ano".

Henning Sieverts e Jürgen Friedrich na TIME OUT

José Carlos Fernandes mergulha na enxurrada do jazz germânico e quase desagua em Lisboa. Na viagem escreve sobre duas novidades da Pirouet: "Blackbird" de Henning Sieverts (com Chris Speed e John Hollenbeck entre os convidados) e "Pollock" de Jürgen Friedrich (com John Hebert e Tony Moreno).
Ouçam:
Henning Sieverts “Wingswing”
Henning Sieverts “Blues For Alice”
Jurgen Friedrich “I Am Missing Her”
Henning Sieverts “Round Midnight”

segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Rodrigo Amado no BODYSPACE

Nuno Leal elogia a “magia da abstracção”.

Diabo na Cruz no PORTUGAL REBELDE

António Manuel entrevistou Jorge Cruz para a Douro FM.

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Diabo na Cruz no CRÓNICAS DA TERRA

Luís Rei entrevistou Jorge Cruz.

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Marc Copland & Gary Peacock no ÍPSILON

Escreveu Rodrigo Amado: “ao longo dos treze temas do disco, oito deles da autoria dos músicos, Copland e Peacock conjugam as suas respectivas artes numa interacção profunda com ligação directa à alma das canções, proporcionando-nos um olhar privilegiado, um autêntico "insight", sobre a verdadeira arte do duo”.

Ouçam:
Blue In Green
The Wanderer

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Diabo na Cruz VIROU!

Arre! DIABO NA CRUZ virou tudo. E não é só aquela minhota da capa que de repente se vê num tempo para o qual não tinha bilhete de entrada: é Jorge Cruz a escapar à sua própria biografia e – transformando pó em pátina – a desenterrar uma realidade prematuramente hibernante. Que o faça jubilando memórias e inebriando cúmplices de tendências tão diversas é um pequeno acontecimento. Mas que tenha colocado a voz de Vitorino a abrir o disco – quase como quem vem anunciar um programa de festividades – implica já façanha de outra importância: porque não é fácil arregaçar mangas, enfiar braços pela garganta de uma tradição adentro, de lá arrancar um pedaço de entranhas e esperar que com isso lhe bata mais forte o coração.

Ainda para mais combinando a minúcia de um cirurgião com a força de um ferreiro. Ou melhor, como um mecânico do folclore DIABO NA CRUZ trabalha-lhe o motor e a carroçaria, rasura-lhe contornos, invade-o até lhe descobrir segredos, troca-lhe peças e a partir daí estabelece um novo conjunto de princípios com os quais, para o que der e vier, terá de se haver. E, Roberto Leal que nos perdoe, aí intervém de forma absolutamente singular. Porque percebe que esse corpo há muito inerte – que não quer a morrer-lhe nas mãos – só volta a si com o desfibrilador a puxar pelos joules, a chapa bem quente, a energia em movimento, um épico elenco (atenção ao interior do livreto) e… VIROU!

DIABO NA CRUZ nasce em 2008. Uma nova geração de músicos e escritores de canções, de ideários tangentes, tinha-se aproximado de Jorge Cruz – e vice-versa. João Coração pediu-lhe orientação para um primeiro disco, Tiago Guillul e Samuel Úria convidaram-no para espectáculos dos Ninivitas e Manuel Fúria levou-o a produzir Os Golpes. Relembra ainda concertos em grupo no Arcaz Velho, em Alfama, onde encontrou Bernardo Barata (Feromona), recorda a presença de João Pinheiro (TV Rural) na banda de Coração e reconhece uma génese em trio para novas soluções ao nível da sua produção: “a ideia era deixar tudo sair rápido, naquela ‘corrente de consciência’ beat que serviu de inspiração ao Dylan mais torrencial. Mas descobri no processo que o que me habitava eram os vinis do meu pai… O "Pano Cru" e o "Salão de Festas" do Sérgio Godinho, o "Romances" e "Os Malteses" do Vitorino, o "Pois Canté" do GAC, o "Histórias de Viajeiros" e o "Por Este Rio Acima" do Fausto, o "Coisas do Arco da Velha" da Banda do Casaco, o "Com As Minhas Tamanquinhas" e o "Cantigas do Maio" do Zeca Afonso”.

A partir daí embarcou-se numa aventura de regras desconhecidas. Até que, no Outono de 2008, o DIABO NA CRUZ se encontrou. A chegada de B Fachada permitiu incorporar mais harmonizações vocais, reconduzindo parte da empreitada até à música de recolha, à tradição oral. João Gil (V. Economics) veio satisfazer uma obsessão pessoal de Cruz com o "This Year's Model", de Elvis Costello. Os adufes foram-se envolvendo com guitarras eléctricas, o punk-funk sincronizado com um teclado meio-Steve Nieve meio-Pop Five Music Inc., os ritmos alimentados a barras energéticas, enfim, nada de muito convencional mas perfeitamente de acordo com o percurso de Cruz. Desenvolvido nas margens da indústria, conta mais de 15 anos com 6 discos editados, todos eles algo diferentes, algo interessantes, algo desacertados. Haverá muito boa gente a defini-lo como alguém que esteve no lugar certo à hora errada. As leis do anacronismo são duras mas parecem finalmente sorrir-lhe.

Em Cruz confundem-se os anos com os Superego – grunge cantado em português, estímulos retirados ao Mangue Beat e manifestos anti-portuguesófobos – ou com um O Pequeno Aquiles intimista e lo-fi. E troca-se a pele do cantor de rua boémio que percorreu as ramblas de Barcelona – enteado de Jorge Palma – com a do cantor romântico com músicas de “Poeira” (NorteSul/SomLivre, 2007) nas novelas. Agora, naturalmente, avessa-se muito mais: biografia e História. Resumi-lo-á assim: “O disco tem na presença do Vitorino um forte simbolismo; ele serve de ponte entre duas margens que viveram separadas durante mais de trinta anos: a da Música Moderna Portuguesa, que acabamos em parte por representar, e a da Música Popular Portuguesa, que tem sido muito mal engavetada na época revolucionária. Há muito que a nossa música carece de um Tropicalismo que venha emancipar-nos e unir-nos, que junte o génio de José Afonso ao de António Variações, sem fronteiras. O DIABO NA CRUZ escolhe a História da Música Popular Brasileira como exemplo e a música anglo-saxónica como influência incontornável. Acredito que existam muitas outras maneiras de convidar a Música Moderna Portuguesa a encontrar-se com a sua raiz. Pois que venham elas!”. Esta é a de DIABO NA CRUZ.

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Norberto Lobo na FOXY DIGITALIS

“The entirely new and unique “Pata Lenta” ranges in texture, pace, and cultural influence, but one thing remains constant always—Lobo’s human nature gushing forth all over the room. Skip to whatever track you want, and there he is, telling you a story with six strings, and don’t doubt that it’s true—he doesn’t even look like the kind of guy capable of telling a lie. And I couldn’t be more honest in giving this one 11 out of 10. Well, I’ll play by the rules. But seriously, don’t miss this. Modern acoustic speech has never been this poetic. 10/10”!

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Vinil nas lojas FNAC

Daqui seguiram clássicos de Al Green, Aretha Franklin, Bauhaus, Big Star, Bill Evans, Black Sabbath, Caetano Veloso, Charles Mingus, Cure, Elliott Smith, Fairport Convention, John Cale, John Mayall, Lennie Tristano, Marvin Gaye, Motorhead, Mutantes, My Bloody Valentine, Television, Tim Buckley, Uriah Heep, Velvet Underground. Eis algumas capas.

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

Tó Trips na FNAC VASCO DA GAMA

Tó Trips vai à Fnac do Vasco da Gama! Sábado à noite.

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

Os Golpes na FNAC CHIADO

1 de Outubro, Dia Mundial da Música. Celebrando uma das mais marcantes actuações do ano no seu Fórum, a Fnac Chiado torna a convidar Os Golpes. É às cinco da tarde, perfeita hora para abluções.

Rodrigo Amado, Kent Kessler & Paal Nilssen-Love "The Abstract Truth"

Distribuímos nacional e internacionalmente o novo disco de Rodrigo Amado. Eis o que lá por fora dizem Mark Carroto no All About Jazz, Stef no seu blog Free Jazz,a Dusty Groove, Stuart Broomer no Point of Departure, Massimo Ricci no Touching Extremes ou François Couture no Allmusic.

Ricardo Rocha no BAIRRO ALTO (RTP)

Eis um óptimo pretexto para apresentar a nossa próxima edição: "Luminismo", por Ricardo Rocha. Tratar-se-á de um duplo CD, dividido entre peças para guitarra portuguesa solo e peças para piano solo (mais detalhes em breve). Ontem (terça-feira) o Ricardo esteve à conversa com José Fialho Gouveia. Voltaram-se páginas biográficas mais ou menos traumáticas, evitou-se a f-word (fado), falou-se do fim da música e questionou-se a própria existência da guitarra portuguesa. Não podia ter corrido melhor.
Sigam esta ligação!

segunda-feira, 28 de Setembro de 2009

Norberto Lobo na VOGUE

Na Vogue de Setembro encontram-se estas linhas:

"In Flight" no EXPRESSO

Ex-Wings ainda em vôo.

sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Tó Trips in PopMatters

“This is a gorgeous work crafted by an artist who has proven his ability to find sonic comfort outside of his own niche”.

quinta-feira, 24 de Setembro de 2009

Fiery Furnaces na BLITZ

Diabo na Cruz na BLITZ

segunda-feira, 21 de Setembro de 2009

Tó Trips "Esmoriz"

"Guitarra 66" - com primeira edição esgotada - está quase a voltar às lojas.

Fiery Furnaces "The End is Near"

Há no CD e LP "I'm Going Away" e em super máxi.
Este foi o vencedor do concurso promovido pelo WNYC Soundcheck. Por Zachary Bennett.

Double Dagger "Vivre Sans Temps Mort"

Espalhámos o álbum "More" por aí em quantidades ridículas. Esta malha muda aos dois minutos.

Clara Moreno "Miss Sambalanço"

Clara Moreno voltou na onda do sambalanço. Jóia. Bonito Donato ao piano.

sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Diabo na Cruz por Tiago Pereira

Diabo na Cruz from Tiago Pereira on Vimeo.

Tó Trips, Os Golpes e B Fachada no BOM

Meio cartaz é aqui da casa.

Diabo na Cruz no SOUND + VISION

Escreveu Nuno Galopim: "(...) Chamam-se Diabo na Cruz. E exorcizam, como há muito se não ouvia, o que parecia ser uma má relação da música portuguesa (dita moderna) com genéticas de um Portugal musical profundo. São marcas inscritas no genoma cultural português e que, salvo em episódios pontuais nas obras de uns Heróis do Mar, António Variações, Sétima Legião, Banda do Casaco e poucos mais, raras vezes têm marcado presença na personalidade pop/rock de um país com mais bandas criadas por fotocópia que a procurar, afinal, quem são (e quem somos). Falamos de folclore, sim! Este é para já apenas um EP, mas com aperitivos suficientes para acreditar que mais haverá pela frente. E com uma cativante canção-tema que nos dá motivos de festa em jeito de romaria rock’n’roll como há muito não ouvíamos".

terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Tó Trips no BODYSPACE

André Gomes, no novo Bodyspace, afiança que “Guitarra 66 não é só um dos melhores discos portugueses que 2009 nos devolveu: é também um retrato fiel daquilo que Tó Trips é enquanto músico e humano”.

quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Fiery Furnaces no ÍPSILON II

Mário Lopes explica ‘porque este álbum convencional é, afinal, uma admirável subversão dessa ideia clássica de canção’.

Fiery Furnaces no ÍPSILON

Mário Lopes falou com ‘os mais fascinantes inventores pop da actualidade’!

quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Diabo na Cruz na TIME OUT

segunda-feira, 17 de Agosto de 2009

Robert Wyatt no EXPRESSO

Thomas Mapfumo no EXPRESSO

sexta-feira, 14 de Agosto de 2009

Norberto Lobo e Tó Trips na PREFIXMAG

Carregar aqui para “Pata Lenta” ... e aqui para “Guitarra 66”.

Fiery Furnaces na TIME OUT

Martial Solal no ÍPSILON

Começa assim a crítica de Rodrigo Amado:

quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Fiery Furnaces no EXPRESSO

João Lisboa escreveu sobre o oitavo álbum dos Fiery Furnaces
Aqui no EXPRESSO.

quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Thomas Mapfumo no ÍPSILON

Mário Lopes relembra o rugido do leão

Norberto Lobo na RELANCE

Tortoise na BLITZ

João Coração na BLITZ

Smix Smox Smux na BLITZ

B Fachada na SÁBADO

B Fachada na SÁBADO

Norberto Lobo na SÁBADO

Norberto Lobo na SÁBADO

sexta-feira, 31 de Julho de 2009

Tó Trips no FEEDBACK

Crónica de um fim de tarde: “o Mediterrâneo é o eixo através do qual nos deslocamos com mais frequência: em “Pinaccolata”, “Traffic” e “Spanish Letters” a cadência é pausada, lânguida e sedutora como um fim de tarde morno. Convida à preguiça e à reflexão, às sestas na penumbra e aos pátios frescos duma Andaluzia imaginária. Uma portugalidade devedora da tradição de Carlos Paredes caminha de mãos dadas com este langor mediterrânico: “Rua da Inquietude” embala-nos com mansidão à medida que cai a noite, trazendo para ainda mais perto um Tejo já próximo e um rumor de passos numa viela anónima e deserta.”

quinta-feira, 30 de Julho de 2009

Norberto Lobo no FEEDBACK

Entre outras frases destaca-se esta: “quando o talento genuíno existe, não são necessários mais artifícios que uma guitarra dedilhada no momento certo para que uma melodia sobreviva à corrosão do tempo”

B Fachada no FEEDBACK

Escreve-se sobre “um dos mais audazes e genuínos autores desta nova geração”

Smix Smox Smux na TIME OUT

Enrico Pieranunzi na TIME OUT

sábado, 25 de Julho de 2009

Tó Trips na Fnac de Santa-Catarina II

Foi há um mês

sexta-feira, 24 de Julho de 2009

João Coração no SOUND + VISION

Nuno Galopim escreveu sobre João Coração. Uma frase: “João Coração revela em Muda Que Muda uma escrita com mais corpo, mais voz e mais evidente poder de comunicação”.

Norberto Lobo e Naná Vasconcelos

Foi no Festival de Curtas de Vila do Conde:

Smix Smox Smux no PORTUGAL REBELDE

O Portugal Rebelde entrevistou o Palas dos SSS:
Pergunta: “em tempo de férias, neste Verão, vão aproveitar para fazer praia em Braga?”
Resposta: “estamos a mover areia para Braga - em relação à água acreditamos nos nossos arcebispos e nas suas rezas.

Os Quais 'Caído no Ringue'

Muitas duplas neste trailer. Uma delas (Tolentino-Martins) foi filmada aqui na baiuca.

quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Tó Trips na RÁDIO EUROPA

Aqui e aqui, Tó Trips à conversa com Mafalda Costa.

Tó Trips no MUSEU DO CHIADO

quarta-feira, 22 de Julho de 2009

João Coração no DIÁRIO DE NOTÍCIAS II

João Coração costuma contar que as canções de Nº 1 Sessão de Cezimbra, o seu primeiro álbum, demoraram tanto tempo a ser escritas quanto a sua própria duração. Ou seja, uma canção de cinco minutos terá demorado mais ou menos cinco minutos a compor. Em Muda Que Muda este "método" foi abandonado, e esta não é a única mudança, ou sequer a mais importante. Os ambientes escuros e fumarentos de há um par de meses deram também lugar a canções mais acessíveis e próximas da pop.

João Coração no DIÁRIO DE NOTÍCIAS

João Coração sabe o que mudou: a própria vida.

terça-feira, 21 de Julho de 2009

João Coração no EXPRESSO

João Lisboa escreveu sobre João Coração.

sábado, 18 de Julho de 2009

Smix Smox Smux no BODYSPACE

Miguel Arsénio está mais feliz. Uma frase: "os Smix Smox Smux cunharam um disco indecentemente eficaz e irresistível no arremesso de rock com biqueira pop aos ouvidos". Outra: "parecem aproveitar ao máximo o incentivo bem português de expressões como joguem à bola ou cala-te e fode". Mais outra: "eles são os Smix Smox Smux e nós somos pessoas bem mais felizes por isso".