segunda-feira, 24 de maio de 2010

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Tó Trips na ZDB

Em noite de Rock in Rio... nada como ir à ZDB assistir à estreia absoluta do duo Tó Trips e Luís Vicente. E não se imagina que dele não desponte o mais intenso perfume a fronteira. Porque se o cenário começa por "Guitarra 66", atenção que se anunciam inesperadas mudanças de paisagem.

Richard Galliano na TIME OUT


Feromona no PÚBLICO


Feromona "Desoliúde"

Isto podia vir crivadinho de citações do Heidegger sobre a autenticidade e inautenticidade do dasein. Podia vir e não vem. Reparem na subtileza do “e”... Qualquer selvagem tosco escreveria “mas” – e lá era mais um a cair de borco no lameiro do que não é. Raio de mania, a dos pares de opostos – quando não há opostos. Nem pares. E isto agora podia vir crivadinho de citações do Lacan, aspas, itálicos e notas de rodapé. Podia vir e não vem.

Podia vir – e para quê? Alicerces de uma esperteza estrangeira para os prédios de Alfama, com barriga e sem? Aqui, aqui ainda cresce o cabelo à santinha de Arcozelo. Argumente-se, pois, sem muletas; argumente-se miraculado: há muito manco que gosta de jogar à bola. O que vem, o que aí vem, não traz muletas. Traz uma mão-cheia de rebuçados e uma máquina de sulfatar com estricnina. E não manqueja.

O que vem, o que vem aí, são formas físicas visíveis por debaixo da roupa – e sem interiores, com sombras húmidas e despudoradas. Pouca vergonha, felizmente. Quem já ouviu, diz que é uma espécie de festa debochada no Posto de Comando das Forças Armadas – ou três indivíduos de gabardine nas cercanias de um parque infantil. Ou de um centro de dia. E isto é bom. É justo e é bom.

O que aí vem, pois que vem, é Feromona. Da boa. Caseira! Com cheiro a corpo, ao cheiro que o corpo deixa aqui e ali, à procura. Estranhamente, ou não, cheira também a uma outra qualquer coisa intemporal e recorrente, como lanches de pão com manteiga e leite com chocolate. Resulta. Já os antigos diziam que era a feromona que trazia isto tudo entregue aos bichos. E agora a Feromona é a seta grande e bem desenhada que, num moderno powerpoint, nos mostra a parede em que esbarramos. Os bichos riem, nós esfacelamos a testa e juramos pelas alminhas que sim, que vemos o sangue a pingar-nos do sobrolho, que está ali a parede e batemos nela, por destino ou desforço. Manhosa como só ela, a Feromona, ao segundo clique, é também a segunda seta, grande e bem desenhada, que aponta para a legenda “É cartão, ó estúpido!”. Nem tão pouco tabique; é mesmo só cartão. É brincar aos filmes de isto ser como nos filmes.

O que vem aí, e vem mesmo, são três fulanos a levantar as saias à verdade e a fazer canções que contam o que lá está. Depois de “Uma Vida a Direito”, a Feromona como que pegou n’O Verbo Escuro, de Pascoaes, (sim, este pretende ser o texto mais pretensioso alguma vez escrito sobre um disco) e compenetrou-se de que “A natureza abomina a linha recta.” Quem já ouviu, diz que é como uma maçã Bravo de Esmolfe, só que de enxerto novo; tem sumo e arranha a garganta – ou um UMM kitado, desabrido Vasco da Gama afora. E isto é bom. É justo e é bom.

É que o que vem, que está mesmo aí a chegar, é o segundo álbum da Feromona, amadurecido em cascos de calvário - voluntarista, claro; dois anos a tocar o bem sem olhar a quem – e marcha que é uma beleza. Quem já ouviu diz que é mesmo assim: o que aí vem é um disco que nos arranca aquele meio-riso nervoso de quem percebe ‘qu’isto é muita bom’ quando já era essa a expectativa. Não há surpresa maior que a de confirmarmos que até cidadãos ordinários como vocês, podem, esparsamente, ter razão. Ela quer, o homem sua, a Feromona nasce – e é uma sorte do caraças que ela venha engarrafada em rodelas de plástico, a preço módico, que se podem ouvir naqueles lasers pequeninos que não dão para operações à próstata. E vem aí. Chega antes do TGV.

Paulo Lopes Graça

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Tó Trips no Q

Amanhã, pelas 21h45, o Tó estará à conversa no Mapa, do canal Q

B Fachada na SÁBADO.PT

B Fachada pelo Algarve

Lagos e Portimão recebem B Fachada. Hoje, no Centro Cultural de Lagos, pelas 21h30. Amanhã no Teatro Municipal de Portimão, pelas 22h00.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Tiago Guillul no i

Andre Rito passou um dia com Tiago Guillul e conta como foi:

quinta-feira, 13 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Tiago Guillul "V"


Durante anos de relativa invisibilidade mediática, Tiago Guillul foi para si criando um espaço tão singular que às tantas parecia ser impossível situá-lo no mapa. Não que isso se desse apenas pela invulgaridade da sua proposta ou pelo radicalismo da sua condição. Era antes o caso de pouca gente saber o que fazer com um pregador tornado músico, tornado blogger, skater, cronista e pai de família numerosa, capaz de, subitamente, colocar em sobressalto visões mais simplistas do mundo e em simultâneo assumir o menos complexo dos rótulos estéticos: o de panque-roquer bem temperado pela evidência de não podermos festejar como se estivéssemos em 1979.

Hoje, a tão pouca distância, é claro que, pelo menos na especialidade, se desmistificou já a circunstância do seu articulado baptismo artístico. E Guillul – conferir as críticas ao anterior “IV” – viu-se celebrado e aceleradamente jubilado, incluído nas mais diversas agendas, uma rede social à espera de acontecer, e antídoto para o adormecimento da música popular cantada em português.

Agora, longe da unanimidade e ainda mais do consenso – não que a tal aspire –, vê-se chegada a hora de um primeiro balanço. E “V”, o seu quinto álbum, por mais que continue a operar num tempo estritamente pessoal, olha suficientemente para trás para fazer disparar a memória de quem na altura certa lhe ousou tomar o pulso. E essa será a menos calculada das novidades que nos traz. Tudo porque, de repente, faltou diversão à música feita em Portugal – que seja Guillul a lembrá-lo prova que continua a escrever direito por linhas tortas (e a produzir mais one-liners por minuto do que o gabinete das Produções Fictícias). Middle-class kids just wanna have fun too.
Com um elenco tão inesperado quanto previsível – incluindo Rui Reininho, Samuel Úria, Quim Albergaria e membros d’Os Pontos Negros – mergulha na mais fabricada das nostalgias, conciliando recordações de férias de Verão (´Praia Verde’), antigos Campeonatos do Mundo de Futebol (no vídeo para ‘São Sete Voltas Para a Muralha Cair’), êxtase de roque de garagem (‘Barreiro Rock City’), hipnose devocional ao jeito do Antigo Testamento (‘Sacudindo o Pó dos meus Pés’), embirração política (‘Canção para o Doutor Soares’), um cisma religioso (‘Roma e Avinhão’) e um cisma familiar (‘Canção para a Maria Não Furar as Orelhas’), fixando-os genericamente num momento histórico que pode ou não ter origem no instante em que os Aerosmith entraram pela parede do estúdio dos Run-DMC adentro.

Mas esta investida pelos anos 80 – e é disso que em parte se trata – não é feita por um imberbe nascido em 1992 e agora chegado à maioridade. Ou seja, isto não é uma guerra de estilo mas antes a sublimação de uma biografia: pois, aqui, Guillul mais depressa diz Su-Subbuteo do que “Suss-Sussudio” e com mais dedicação revê a RTP do que a MTV. É o disco de quem do Hip Hop guardou os ténis e do Metal as revistas. É para suar a lycra.

Ligeiramente a borrifar-se para o esperado, mas ainda e sempre resistindo ao invasor, “V” poderá bem vir a ser o mais descomprometido e ligeiro álbum a chegar-nos das mãos daquele que, em princípio, havia surgido para nos garantir tudo menos conforto, na sua batalha final pela evangelização. Nem que fosse só por isso, bem-haja. Problemas já temos que cheguem.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

B Fachada n'A ÚLTIMA CEIA

B Fachada cantou 'Os Discos do Sérgio Godinho', uma das novas canções do EP "Há Festa na Moradia", a sair em finais de Junho.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

Gala Drop

Em LP. E na Quinta, com Sonic Youth, no Coliseu.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Ricardo, Norberto e Tó

No seu site, Rui Eduardo Paes escreveu sobre as nossas edições.
Alguns destaques:
“O mesmo amor que Carlos Paredes tinha pelas peças para cravo de Carlos Seixas transparece no primeiro CD de "Luminismo", mas é inútil procurarmos outros padrões alusivos: simplesmente, não existem. Ricardo Rocha está a construir algo do quase zero”
“O que lhe ouvimos na guitarra é deslumbrante, sendo Norberto Lobo capaz, por exemplo, de desenvolver em paralelo três linhas discursivas, sem sobregravações (só num tema é acompanhado por Luís Martins), mas o que mais agrada é o seu virtuosismo estar ao serviço da música e não de manifestações egotistas. Em relação ao anterior "Mudar de Bina", este é claramente um disco de consagração pessoal e de solidificação de um projecto”
“Tó Trips é outro caso sério da presente música guitarrística nacional. Intervalo acústico na habitual produção do dedilhador que já pertenceu a grupos do rock alternativo como Santa Maria Gasolina em Teu Ventre e Lulu Blind, fica especialmente evidenciado o seu gosto pela matriz "bluesy", surpreendendo-nos um intimismo que lhe desconhecíamos”

sábado, 10 de abril de 2010

Marc Copland no EXPRESSO

Raul Vaz Bernardo escreveu sobre o exemplar "Alone":
"A verdade deve ser dita sem hesitações: Marc Copland é um dos génios do piano jazz. Sem a projecção de Keith Jarrett ou Brad Mehldau, pouco conhecido nos EUA mas muito considerado na Europa, Copland tem apresentado uma série de obras de um nível absolutamente altíssimo na germânica Pirouet. Este seu terceiro CD a solo (todos em editoras europeias) é uma obra que confirma a sua enorme arte. À partida, para mim, Copland tem uma enorme virtude: não começou a tocar piano em criança e não frequentou conservatórios, fez a sua aprendizagem do instrumento quando descobriu, na década de 70, que muita da música que concebia, não se enquadrava no saxofone que então praticava. Depois, foram anos a aperfeiçoar-se ao piano. Daqui, julgo eu, nasceu uma abordagem do instrumento que não valoriza o virtuosismo ou a velocidade, procura antes uma busca profunda no interior de cada canção. O seu estilo legato, com um trabalho notável dos pedais, vai ao âmago das canções, como poucos pianistas conseguem. Veja-se o caso das três canções de Joni Mitchell que surgem no CD. Herbie Hancock também dedicou um CD à música dela e até ganhou um Grammy, mas nada do que fez se compara à beleza de I Don't Know Where I Stand, Rainy Night House e Michael From Mountains, aqui apresentados. Mas há muitos mais momentos de beleza neste "Alone", da extraordinária versão da peça de Mal Waldron, Soul Eyes, passando por Fall de Wayne Shorter, e por um standard com uma leitura insólita, I Should Care, até ao blues Blackboard. Sem dúvida, piano jazz a solo do outro mundo, sem máscaras algumas".
Trecho de ‘Rainy Night House’ de Joni Mitchell .
Trecho de ‘Soul Eyes’ de Mal Waldron .

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Norberto Lobo toca "Jaime"

Sexta-Feira, 9 de Abril, no São Jorge, concerto do Norberto logo após a exibição do absolutamente espantoso e inesquecível "Jaime", de António Reis, documentário em torno dos desenhos de Jaime Fernandes, paciente do Hospital Psiquiátrico Miguel Bombarda. Muita informação sobre os filmes de António Reis e Margarida Cordeiro aqui.

Richard Galliano "Paris Concert"

Já nas lojas o último disco de Richard Galliano, a solo, consagrado a um eclético repertório que passa por Erik Satie, Monk ou Gainsbourg. Nem hesitem! Clickem aqui para o ouvir.

Enrico Pieranunzi "Wandering"

Já nas lojas o último CD de um dos nossos pianistas preferidos, a solo, naquele ponto suspenso entre o mais sólido de McCoy Tyner e o mais vaporoso de Bill Evans. Clickem aqui para o ouvir integralmente.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Tiago Guillul no RECORD

João Gilberto no EXPRESSO


Diabo na Cruz no PÚBLICO

“Nos Superego, Jorge Cruz escreveu um manifesto pelo português no rock. Em 2010, quando os seus Diabo Na Cruz lotam auditórios país fora, continua-lhe fiel. Fala dos Gaiteiros, Vitorino ou Buraka Som Sistema para explicar o país”. Entrevista de Mário Lopes aqui. Etiquetas: Superego, Diabo na Cruz, Gaiteiros de Lisboa, Vitorino, Buraka Som Sistema, Ian Brown/Stone Roses, Bob Dylan, George Michael, Sérgio Godinho, Stealing Orchestra, Real Combo Lisbonense, Aquaparque, Sam the Kid, Rapture, Beatles, Ornatos Violeta, Boy George, Madonna, Michael Jackson, Waterboys, Bryan Adams, M.I.A., Caetano Veloso, Roberto Carlos, Jorge Ben, Jimi Hendrix, José Afonso, Jesus & Mary Chain, Cure, Smiths, Neil Young, Will Oldham, Artic Monkeys, Elvis Costello, Tiago Guillul, Ramones, Clash, GNR, Heróis do Mar, UHF, Xutos & Pontapés.

sexta-feira, 26 de março de 2010

sexta-feira, 19 de março de 2010

segunda-feira, 15 de março de 2010

Tiago Guillul 'São Sete Voltas P'rá Muralha Cair'

Primeiro vídeo e canção do novo álbum do Tiago, a sair entre feriados, do 25 de Abril ao 1º de Maio

sexta-feira, 12 de março de 2010

quarta-feira, 10 de março de 2010

sexta-feira, 5 de março de 2010

Chicago Underground Duo no PÚBLICO

Rodrigo Amado escreveu sobre "Boca Negra" Ouçam ‘Spy on the Floor’

terça-feira, 2 de março de 2010

Diabo na Cruz no COTONETE

Diabo na Cruz no i

O i foi para a estrada com Diabo na Cruz!
Uma frase: «Cruz já cá anda há muito tempo para cair em entusiasmos excessivos, mas nem ele conseguiu conter a admiração quando duas fãs exibiram um cartaz que dizia: "Ai é(s) tão lindo", o título de uma das músicas da banda. Está um calor insuportável, e à segunda música, baterista e baixista já estão em tronco nú. Fachada pede desculpa por tocar em Guimarães com uma guitarra tradicional de Braga. Correu-lhe bem: ouviu apenas um "tá calado!"».

Diabo na Cruz no METRO

“O Metro foi maroto e levantou um bocadinho as sete saias ‘às meninas’ deste quinteto para tentar desvendar as origens do grupo e como surge um dos melhores discos portugueses de 2009!”. Entrevista aqui.

Relembrando a Agenda

03 Mar
Diabo na Cruz (Lisboa - São Jorge)

4 Mar
Lula Pena (Lisboa - Museu do Chiado)

5 Mar
Norberto Lobo (Lisboa - Culturgest)
Diabo na Cruz (Porto - Passos Manuel)

6 Mar
Norberto Lobo (Lisboa - Culturgest)
B Fachada (Espinho - Festival EP)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

João Gilberto 'Rosa Morena' + 'Chega de Saudade' (ao vivo)

Uma das canções de "Chega de Saudade", ao vivo, mais de trinta anos depois
A reedição do LP (já disponível nas lojas Fnac) tem o seguinte alinhamento:

Chega de Saudade
Lobo Bobo
Brigas Nunca Mais
Hô-Bá-Lá-Lá
Saudade Fez Um Samba
Maria Ninguém
Desafinado
Rosa Morena
Morena Boca de Ouro
Bim Bom
Aos Pés da Cruz
É Luxo Só

Bónus:
João Gilberto - A Felicidade
João Gilberto - Manhã de Carnaval
João Gilberto - O Nosso Amor
Elizete Cardoso - Chega de Saudade
Os Cariocas - Chega de Saudade
Alaíde Costa - Lobo Bobo
Bola Sete - Maria Ninguém
Norma Bengell - Hô-Bá-Lá-Lá
Bene Nunes - Hô-Bá-Lá-Lá
Bola Sete - Minha Saudade
Alaíde Costa - Minha Saudade
Joao Donato - Minha Saudade

E não, o João Gilberto não manda sempre calar a plateia:

sábado, 27 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Fiery Furnaces 'Even in the Rain'

É para seguir à letra e ir sexta-feira à noite ao Santiago Alquimista

The Fiery Furnaces - Even in the Rain from Thrill Jockey Records on Vimeo.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Tó Trips 'Electric Marrakesh' (Ao vivo)

Tó Trips plays Electric Marrakesh from raquel castro on Vimeo.

Agenda

25 Fev
Tigrala (Lisboa - Museu do Chiado)
B Fachada (Porto - Quintas de Leitura do Teatro do Campo Alegre)

26 Fev
Fiery Furnaces (Lisboa - Santiago Alquimista)
Tó Trips (Portimão - TEMPO)

27 Fev
Os Golpes (Porto - Pitch Club)

03 Mar
Diabo na Cruz (Lisboa - São Jorge)

4 Mar
Lula Pena (Lisboa - Museu do Chiado)

5 Mar
Norberto Lobo (Lisboa - Culturgest)
Diabo na Cruz (Porto - Passos Manuel)

6 Mar
Norberto Lobo (Lisboa - Culturgest)
B Fachada (Espinho - Festival EP)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Fiery Furnaces no DISCO DIGITAL

Davide Pinheiro elogia canções que “tanto podem ser válidas para o mais hermético dos intelectuais como para um vendedor de farturas”.

Ricardo Rocha no SOL

Gonçalo Frota falou com Ricardo Rocha

Jack Rose "Luck in the Valley"

Selecções do 'Memorial Concert':

Fiery Furnaces no EXPRESSO

Numa antevisão do concerto de sexta-feira no Santiago Alquimista, João Lisboa falou com Matt Friedberger (click para aumentar)

Matthew Friedberger no EXPRESSO

João Lisboa escreveu sobre este '2 em 1' de Matt Friedberger (click para aumentar)