segunda-feira, 7 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Tigrala, há onze meses
No Festival de Curtas de Vila do Conde, os Tigrala acompanharam "Tabu", o filme de Murnau de 1931. Eis um excerto:
quinta-feira, 3 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Rodrigo Amado no EXPRESSO
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Norberto Lobo Ao Vivo (arquivo)
Em boa hora nos relembrou o Vasco Alves que, há quase um ano, no londrino Cafe OTO, tinha gravado o concerto do Norberto. É o deslumbramento do costume:
Norberto Lobo from Vasco Alves on Vimeo.
Serge Gainsbourg "Poet and Provocateur"
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Norberto Lobo ao longe
Por estes dias o Norberto anda pela Dinamarca e pela Alemanha (conferir datas e locais no seu MySpace). Miles Supico usou um dos temas de "Pata Lenta" neste vídeo:
Buenos Ayreston Senna from Miles on Vimeo.
Tiago Guillul no SOUND+VISION
Diz Nuno Galopim que “As canções respiram luminosidade, África, melodismo irresistível… Convocam ecos de reconhecidas heranças da melhor pop à la portuguesa, de Variações aos GNR (dos oitentas), inclusivamente com Rui Reininho em brilhante participação em Nabucodonosor. (…) No fim, Tiago Guillul apresenta em V um dos melhores discos do “pópe roque” português do pós-milénio”: .
segunda-feira, 24 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Tó Trips na ZDB
Feromona "Desoliúde"
Isto podia vir crivadinho de citações do Heidegger sobre a autenticidade e inautenticidade do dasein. Podia vir e não vem. Reparem na subtileza do “e”... Qualquer selvagem tosco escreveria “mas” – e lá era mais um a cair de borco no lameiro do que não é. Raio de mania, a dos pares de opostos – quando não há opostos. Nem pares. E isto agora podia vir crivadinho de citações do Lacan, aspas, itálicos e notas de rodapé. Podia vir e não vem. Podia vir – e para quê? Alicerces de uma esperteza estrangeira para os prédios de Alfama, com barriga e sem? Aqui, aqui ainda cresce o cabelo à santinha de Arcozelo. Argumente-se, pois, sem muletas; argumente-se miraculado: há muito manco que gosta de jogar à bola. O que vem, o que aí vem, não traz muletas. Traz uma mão-cheia de rebuçados e uma máquina de sulfatar com estricnina. E não manqueja.
O que vem, o que vem aí, são formas físicas visíveis por debaixo da roupa – e sem interiores, com sombras húmidas e despudoradas. Pouca vergonha, felizmente. Quem já ouviu, diz que é uma espécie de festa debochada no Posto de Comando das Forças Armadas – ou três indivíduos de gabardine nas cercanias de um parque infantil. Ou de um centro de dia. E isto é bom. É justo e é bom.
O que aí vem, pois que vem, é Feromona. Da boa. Caseira! Com cheiro a corpo, ao cheiro que o corpo deixa aqui e ali, à procura. Estranhamente, ou não, cheira também a uma outra qualquer coisa intemporal e recorrente, como lanches de pão com manteiga e leite com chocolate. Resulta. Já os antigos diziam que era a feromona que trazia isto tudo entregue aos bichos. E agora a Feromona é a seta grande e bem desenhada que, num moderno powerpoint, nos mostra a parede em que esbarramos. Os bichos riem, nós esfacelamos a testa e juramos pelas alminhas que sim, que vemos o sangue a pingar-nos do sobrolho, que está ali a parede e batemos nela, por destino ou desforço. Manhosa como só ela, a Feromona, ao segundo clique, é também a segunda seta, grande e bem desenhada, que aponta para a legenda “É cartão, ó estúpido!”. Nem tão pouco tabique; é mesmo só cartão. É brincar aos filmes de isto ser como nos filmes.
O que vem aí, e vem mesmo, são três fulanos a levantar as saias à verdade e a fazer canções que contam o que lá está. Depois de “Uma Vida a Direito”, a Feromona como que pegou n’O Verbo Escuro, de Pascoaes, (sim, este pretende ser o texto mais pretensioso alguma vez escrito sobre um disco) e compenetrou-se de que “A natureza abomina a linha recta.” Quem já ouviu, diz que é como uma maçã Bravo de Esmolfe, só que de enxerto novo; tem sumo e arranha a garganta – ou um UMM kitado, desabrido Vasco da Gama afora. E isto é bom. É justo e é bom.
É que o que vem, que está mesmo aí a chegar, é o segundo álbum da Feromona, amadurecido em cascos de calvário - voluntarista, claro; dois anos a tocar o bem sem olhar a quem – e marcha que é uma beleza. Quem já ouviu diz que é mesmo assim: o que aí vem é um disco que nos arranca aquele meio-riso nervoso de quem percebe ‘qu’isto é muita bom’ quando já era essa a expectativa. Não há surpresa maior que a de confirmarmos que até cidadãos ordinários como vocês, podem, esparsamente, ter razão. Ela quer, o homem sua, a Feromona nasce – e é uma sorte do caraças que ela venha engarrafada em rodelas de plástico, a preço módico, que se podem ouvir naqueles lasers pequeninos que não dão para operações à próstata. E vem aí. Chega antes do TGV.
Paulo Lopes Graça
quinta-feira, 20 de maio de 2010
B Fachada pelo Algarve
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Tiago Guillul no DIÁRIO DE NOTÍCIAS
High Places na ZDB e no PLANO B
Quinta em Lisboa e Sexta no Porto, os High Places apresentam o novo "Vs. Mankind", já nas lojas.
High Places - The Longest Shadows from Thrill Jockey Records on Vimeo.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Tiago Guillul no PÚBLICO
Hoje, no Ípsilon, Mário Lopes compreende que os anos 80 (de Tiago Guillul) são... agora.
Cliquem para seguir para a crítica: "V", aparentemente tão diferente do seu antecessor, tem a marca e a inteligência criativa de Guillul. Finge ignorar o seu tempo, apenas para se inscrever nele de forma mais declarada”.
Cliquem para seguir para a crítica: "V", aparentemente tão diferente do seu antecessor, tem a marca e a inteligência criativa de Guillul. Finge ignorar o seu tempo, apenas para se inscrever nele de forma mais declarada”.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Tiago Guillul "V"
Relembrando a pré-venda no site da Fnac (aproveitem porque desta edição com o LP e o CD só há 333 exemplares e nenhuma cópia promocional), eis a apresentação do quinto álbum de Tiago Guillul: Durante anos de relativa invisibilidade mediática, Tiago Guillul foi para si criando um espaço tão singular que às tantas parecia ser impossível situá-lo no mapa. Não que isso se desse apenas pela invulgaridade da sua proposta ou pelo radicalismo da sua condição. Era antes o caso de pouca gente saber o que fazer com um pregador tornado músico, tornado blogger, skater, cronista e pai de família numerosa, capaz de, subitamente, colocar em sobressalto visões mais simplistas do mundo e em simultâneo assumir o menos complexo dos rótulos estéticos: o de panque-roquer bem temperado pela evidência de não podermos festejar como se estivéssemos em 1979.
Hoje, a tão pouca distância, é claro que, pelo menos na especialidade, se desmistificou já a circunstância do seu articulado baptismo artístico. E Guillul – conferir as críticas ao anterior “IV” – viu-se celebrado e aceleradamente jubilado, incluído nas mais diversas agendas, uma rede social à espera de acontecer, e antídoto para o adormecimento da música popular cantada em português.
Agora, longe da unanimidade e ainda mais do consenso – não que a tal aspire –, vê-se chegada a hora de um primeiro balanço. E “V”, o seu quinto álbum, por mais que continue a operar num tempo estritamente pessoal, olha suficientemente para trás para fazer disparar a memória de quem na altura certa lhe ousou tomar o pulso. E essa será a menos calculada das novidades que nos traz. Tudo porque, de repente, faltou diversão à música feita em Portugal – que seja Guillul a lembrá-lo prova que continua a escrever direito por linhas tortas (e a produzir mais one-liners por minuto do que o gabinete das Produções Fictícias). Middle-class kids just wanna have fun too.
Mas esta investida pelos anos 80 – e é disso que em parte se trata – não é feita por um imberbe nascido em 1992 e agora chegado à maioridade. Ou seja, isto não é uma guerra de estilo mas antes a sublimação de uma biografia: pois, aqui, Guillul mais depressa diz Su-Subbuteo do que “Suss-Sussudio” e com mais dedicação revê a RTP do que a MTV. É o disco de quem do Hip Hop guardou os ténis e do Metal as revistas. É para suar a lycra.
Ligeiramente a borrifar-se para o esperado, mas ainda e sempre resistindo ao invasor, “V” poderá bem vir a ser o mais descomprometido e ligeiro álbum a chegar-nos das mãos daquele que, em princípio, havia surgido para nos garantir tudo menos conforto, na sua batalha final pela evangelização. Nem que fosse só por isso, bem-haja. Problemas já temos que cheguem.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Tiago Guillul "V" em Pré-Venda
Atenção! Edição LP+CD limitada a 333 unidades! Pré-Venda exclusiva na Fnac. Sigam o link para procederem à encomenda.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
B Fachada n'A ÚLTIMA CEIA
B Fachada cantou 'Os Discos do Sérgio Godinho', uma das novas canções do EP "Há Festa na Moradia", a sair em finais de Junho.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Ricardo, Norberto e Tó
No seu site, Rui Eduardo Paes escreveu sobre as nossas edições.
Alguns destaques:
“O mesmo amor que Carlos Paredes tinha pelas peças para cravo de Carlos Seixas transparece no primeiro CD de "Luminismo", mas é inútil procurarmos outros padrões alusivos: simplesmente, não existem. Ricardo Rocha está a construir algo do quase zero”
“O que lhe ouvimos na guitarra é deslumbrante, sendo Norberto Lobo capaz, por exemplo, de desenvolver em paralelo três linhas discursivas, sem sobregravações (só num tema é acompanhado por Luís Martins), mas o que mais agrada é o seu virtuosismo estar ao serviço da música e não de manifestações egotistas. Em relação ao anterior "Mudar de Bina", este é claramente um disco de consagração pessoal e de solidificação de um projecto”
“Tó Trips é outro caso sério da presente música guitarrística nacional. Intervalo acústico na habitual produção do dedilhador que já pertenceu a grupos do rock alternativo como Santa Maria Gasolina em Teu Ventre e Lulu Blind, fica especialmente evidenciado o seu gosto pela matriz "bluesy", surpreendendo-nos um intimismo que lhe desconhecíamos”
Alguns destaques:
“O mesmo amor que Carlos Paredes tinha pelas peças para cravo de Carlos Seixas transparece no primeiro CD de "Luminismo", mas é inútil procurarmos outros padrões alusivos: simplesmente, não existem. Ricardo Rocha está a construir algo do quase zero”
“O que lhe ouvimos na guitarra é deslumbrante, sendo Norberto Lobo capaz, por exemplo, de desenvolver em paralelo três linhas discursivas, sem sobregravações (só num tema é acompanhado por Luís Martins), mas o que mais agrada é o seu virtuosismo estar ao serviço da música e não de manifestações egotistas. Em relação ao anterior "Mudar de Bina", este é claramente um disco de consagração pessoal e de solidificação de um projecto”
“Tó Trips é outro caso sério da presente música guitarrística nacional. Intervalo acústico na habitual produção do dedilhador que já pertenceu a grupos do rock alternativo como Santa Maria Gasolina em Teu Ventre e Lulu Blind, fica especialmente evidenciado o seu gosto pela matriz "bluesy", surpreendendo-nos um intimismo que lhe desconhecíamos”
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Marc Copland no EXPRESSO
Raul Vaz Bernardo escreveu sobre o exemplar "Alone":"A verdade deve ser dita sem hesitações: Marc Copland é um dos génios do piano jazz. Sem a projecção de Keith Jarrett ou Brad Mehldau, pouco conhecido nos EUA mas muito considerado na Europa, Copland tem apresentado uma série de obras de um nível absolutamente altíssimo na germânica Pirouet. Este seu terceiro CD a solo (todos em editoras europeias) é uma obra que confirma a sua enorme arte. À partida, para mim, Copland tem uma enorme virtude: não começou a tocar piano em criança e não frequentou conservatórios, fez a sua aprendizagem do instrumento quando descobriu, na década de 70, que muita da música que concebia, não se enquadrava no saxofone que então praticava. Depois, foram anos a aperfeiçoar-se ao piano. Daqui, julgo eu, nasceu uma abordagem do instrumento que não valoriza o virtuosismo ou a velocidade, procura antes uma busca profunda no interior de cada canção. O seu estilo legato, com um trabalho notável dos pedais, vai ao âmago das canções, como poucos pianistas conseguem. Veja-se o caso das três canções de Joni Mitchell que surgem no CD. Herbie Hancock também dedicou um CD à música dela e até ganhou um Grammy, mas nada do que fez se compara à beleza de I Don't Know Where I Stand, Rainy Night House e Michael From Mountains, aqui apresentados. Mas há muitos mais momentos de beleza neste "Alone", da extraordinária versão da peça de Mal Waldron, Soul Eyes, passando por Fall de Wayne Shorter, e por um standard com uma leitura insólita, I Should Care, até ao blues Blackboard. Sem dúvida, piano jazz a solo do outro mundo, sem máscaras algumas".
Trecho de ‘Rainy Night House’ de Joni Mitchell .
Trecho de ‘Soul Eyes’ de Mal Waldron .
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Norberto Lobo toca "Jaime"
Sexta-Feira, 9 de Abril, no São Jorge, concerto do Norberto logo após a exibição do absolutamente espantoso e inesquecível "Jaime", de António Reis, documentário em torno dos desenhos de Jaime Fernandes, paciente do Hospital Psiquiátrico Miguel Bombarda. Muita informação sobre os filmes de António Reis e Margarida Cordeiro aqui.
Richard Galliano "Paris Concert"
Já nas lojas o último disco de Richard Galliano, a solo, consagrado a um eclético repertório que passa por Erik Satie, Monk ou Gainsbourg. Nem hesitem! Clickem aqui para o ouvir.
Enrico Pieranunzi "Wandering"
Já nas lojas o último CD de um dos nossos pianistas preferidos, a solo, naquele ponto suspenso entre o mais sólido de McCoy Tyner e o mais vaporoso de Bill Evans. Clickem aqui para o ouvir integralmente.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Diabo na Cruz no PÚBLICO
sexta-feira, 26 de março de 2010
sexta-feira, 19 de março de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
Tiago Guillul 'São Sete Voltas P'rá Muralha Cair'
Primeiro vídeo e canção do novo álbum do Tiago, a sair entre feriados, do 25 de Abril ao 1º de Maio
sexta-feira, 12 de março de 2010
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