segunda-feira, 18 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Norberto Lobo "Fala Mansa" no TEATRO DA TRINDADE (11 de Maio)
Celebramos o lançamento do novo disco do Norberto, "Fala Mansa" com um concerto que se prevê memorável a todos os níveis. Teremos muitas ocasiões de voltar a este assunto, mas, para já, o mais importante a reter será isto: os bilhetes estão já à venda! E atenção: a lotação do Teatro da Trindade está limitada a 443 espectadores. Por isso, ao contrário do que se passou na Casa do Alentejo no lançamento do "Pata Lenta" (em que se venderam exclusivamente os bilhetes à porta), devem garantir o vosso lugar o mais depressa possível. Basta pesquisar Norberto Lobo aqui.PREÇÁRIO:
1ª PLATEIA 12,50€
1º BALCÃO IMPAR 12,50€
1º BALCÃO PAR 12,50€
2ª PLATEIA 12,50€
2º BALCÃO IMPAR 10,00€
2º BALCÃO PAR 10,00€
BALCÃO CENTRAL IMPAR 12,50€
BALCÃO CENTRAL PAR 12,50€
CAMAROTE 1ª CENTRAL IMPAR 10,00€
CAMAROTE 1ª CENTRAL PAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM IMPAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM PAR 10,00€
PLATEIA MÓVEL 12,50€
domingo, 10 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
Raf(ael) Vilar amanhã na FNAC CHIADO
Estão todos convidados para aparecer às seis da tarde de amanhã na Fnac Chiado. O Rafael está de passagem por Lisboa e trouxe o violão.
“Studies in Bossa”, o álbum de estreia de Rafael ‘Raf’ Vilar, ganhou, de forma inesperada, um fã de peso, quando, ao incluir as suas canções no seu programa da BBC 2, Jamie Cullum a ele se referiu como um “fabuloso disco”, que “adorava”. O título em inglês e a simpatia da imprensa e comunidade musical da capital britânica devem-se ao facto de Rafael viver em Londres – e talvez seja essa a razão de ser destas canções, que flutuam entre a evocação de um Rio de Janeiro introspectivo e melancólico, com um samba mais elegante do que exuberante, e um sentido de eterna deriva que encontra âncora nos sentimentos. Porque fala quase só de amor e devoção este sobrinho de Ivan Conti – baterista dos lendários Azymuth – que agora se aventura pelo mundo, em boa hora passa por uma Lisboa que tem andado tão tecnocratizada.
ouçam um trecho de ‘Sem Ter Você’ na versão do álbum.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
B Fachada no SAPO.PT
Pedro Miguel Silva faz a crónica do concerto de ontem: Ontem, no primeiro dos dois concertos para os mais crescidos, Fachada iniciou a viagem de retorno à adolescência com uma interpretação ao piano de “Os Índios da Meia-Praia”, música de contestação e retrato da miséria lusitana pintado por Zeca Afonso, banda sonora para a subida dos ratings e a indefinição dos mercados. Ainda em registo íntimo, brindou-nos com “Só te falta seres mulher”, porventura um dos mais tocantes temas sobre a descoberta da sexualidade.
Com “Barrigão”, que contou com a participação especial de Lula Pena, entrámos oficialmente no parque infantil “É Pra Meninos”. Aqui, com as primeiras ecografias, os pontapés na barriga, a mudança de fraldas malcheirosas e o gatinhar endiabrado, num tempo dividido entre pais e avós para ver quem se chega à frente e toma conta da criança.
“Tó-Zé”, manifesto conta o mundo mastigado e a atitude de pau-mandado, é aqui vivido no espírito Voca People, com Martim e Mariana a marcarem o ritmo num palco iluminado por candeeiros de cabeceira.
Em “A Casa do Manel” mergulhamos no universo do faz-de-conta, na vida com que sonhávamos quando passávamos as horas fechados em salas de aula, ansiosos por construir um futuro à nossa imagem, em fazer as coisas por prazer e atirar com o dever às urtigas.
“Dia de Natal”, tema ideal para acompanhar a montagem da árvore de natal e do presépio em família, vai muito para além das desilusões apanhadas em criança com os presentes desembrulhados. Que dizer das peúgas e dos pijamas que, ano após ano, tivemos de desembrulhar na idade adulta? Quem nunca recebeu um pijama como prenda de Natal que atire a primeira peúga!
“Questões de Moral” é o primeiro grito de rebeldia de um puto bem comportado, que toma conta das irmãs, faz a cama, põe a mesa e não se mete em confusões. Afinal, o que será da vida sem alguma traquinice?
Como ensinamentos para uma vida adulta de sucesso nada melhor do que uns “Conselhos de Avô”, que nos incitam a trocar a sopa por uma bela lagosta, já que a vida a triturar bem pode ficar para mais tarde. A banda falha a entrada neste tema e Fachada assume: “Não é amador, é só sem truque”. Um concerto traquina este.
Com “Agosto” recordamos os amores de verão, o lado platónico da vida, as primeiras saudades que apertavam o coração mas que passavam com o regresso às aulas e com a visão de novas beldades que se juntavam à turma.
Segue-se nova incursão ao disco homónimo, numa passagem de testemunho da adolescência à vida adulta. “Estar à espera ou procurar” recebe um tratamento à Sonic Youth mas em versão levezinha; “Tempo para Cantar” é a entrada na velhice, o recordar de uma vida passada entre sonhos desfeitos, outros refeitos, de um percurso movido pela má fama e pelas más-línguas na procura de uma identidade.
Apesar de se confessar extremamente cansado, dizendo que as crianças lhe tinham dado cabo do corpinho e da cabeça, Fachada ofereceu-nos como encore dois temas em que canta como se não houvesse amanhã: “Memórias de Paco Forcado” e “Kit de Prestidigitação”..
Com “Barrigão”, que contou com a participação especial de Lula Pena, entrámos oficialmente no parque infantil “É Pra Meninos”. Aqui, com as primeiras ecografias, os pontapés na barriga, a mudança de fraldas malcheirosas e o gatinhar endiabrado, num tempo dividido entre pais e avós para ver quem se chega à frente e toma conta da criança.
“Tó-Zé”, manifesto conta o mundo mastigado e a atitude de pau-mandado, é aqui vivido no espírito Voca People, com Martim e Mariana a marcarem o ritmo num palco iluminado por candeeiros de cabeceira.
Em “A Casa do Manel” mergulhamos no universo do faz-de-conta, na vida com que sonhávamos quando passávamos as horas fechados em salas de aula, ansiosos por construir um futuro à nossa imagem, em fazer as coisas por prazer e atirar com o dever às urtigas.
“Dia de Natal”, tema ideal para acompanhar a montagem da árvore de natal e do presépio em família, vai muito para além das desilusões apanhadas em criança com os presentes desembrulhados. Que dizer das peúgas e dos pijamas que, ano após ano, tivemos de desembrulhar na idade adulta? Quem nunca recebeu um pijama como prenda de Natal que atire a primeira peúga!
“Questões de Moral” é o primeiro grito de rebeldia de um puto bem comportado, que toma conta das irmãs, faz a cama, põe a mesa e não se mete em confusões. Afinal, o que será da vida sem alguma traquinice?
Como ensinamentos para uma vida adulta de sucesso nada melhor do que uns “Conselhos de Avô”, que nos incitam a trocar a sopa por uma bela lagosta, já que a vida a triturar bem pode ficar para mais tarde. A banda falha a entrada neste tema e Fachada assume: “Não é amador, é só sem truque”. Um concerto traquina este.
Com “Agosto” recordamos os amores de verão, o lado platónico da vida, as primeiras saudades que apertavam o coração mas que passavam com o regresso às aulas e com a visão de novas beldades que se juntavam à turma.
Segue-se nova incursão ao disco homónimo, numa passagem de testemunho da adolescência à vida adulta. “Estar à espera ou procurar” recebe um tratamento à Sonic Youth mas em versão levezinha; “Tempo para Cantar” é a entrada na velhice, o recordar de uma vida passada entre sonhos desfeitos, outros refeitos, de um percurso movido pela má fama e pelas más-línguas na procura de uma identidade.
Apesar de se confessar extremamente cansado, dizendo que as crianças lhe tinham dado cabo do corpinho e da cabeça, Fachada ofereceu-nos como encore dois temas em que canta como se não houvesse amanhã: “Memórias de Paco Forcado” e “Kit de Prestidigitação”..
B Fachada no METRO
Com o ritmo de edição de discos, acaba por se falar muito de B Fachada. Uns bem, outros mal. Tem por hábito procurar aquilo que as pessoas dizem da sua música?Eu encaro tudo com muita leveza. No fundo, o meu assunto não é acerca de me impor a mim mesmo. Não sou nem seguro nem inseguro, encaro o que faço como se tivesse sido sempre mau e piroso (risos). O sentido crítico e de auto-ironia está sempre muito presente, portanto, no fundo, consigo sempre divertir-me com o que as pessoas dizem: seja de bom, seja de mau. Acho divertidas as pessoas que acham que estou a dizer verdades nas canções; mas acho cómico as pessoas que perdem tempo a dizer que não gostam daquilo que eu faço e a arranjar razões para isso, a comentar isso e a ficar chateados com as pessoas que gostam. Ambos os extremos são divertidos! Não procuro o que dizem, mas há sempre alguém que encontra.
Ainda assim leva a sua música muito a sua música muito a sério?
Eu levo a minha profissão muito a sério, o que não quer dizer que levo a minha música muito a sério. Levo a sério o meu papel de fazer canções, os discos, mas ao mesmo tempo tenho uma noção – talvez em demasia –de que as canções são feitas para morrer e que o meu trabalho é de passagem. O trabalho na cultura popular tem que ser sempre um trabalho de passagem, de agarrar no que existe, gostar, destruir, e a seguir ser destruído pelo próximo. Essa noção está sempre presente apesar de levar o meu trabalho tão a sério como um padeiro. Mas o padeiro também não se apaixona por todas as carcaças que faz todos os dias. Uma coisa é levar a sério o papel de fazer pão, outra é ficar ofendido por pessoas que não comem o pão..
Aquaparque no EXPRESSO
Escreveu João Lisboa que os Aquaparque “(…) manipulam, desfiguram, realinham e fragmentam abstrações digitais, enovelam melodias, perplexidades e distorção, e, um pouco à maneira rigorosamente caótica de uns Animal Collective, inventam um privado e luminoso labirinto sonoro onde já começa a ser perigosamente apetecível perder-se.”.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
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