quarta-feira, 16 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Aquaparque: concerto de lançamento de "Pintura Moderna"

Tigrala no GRITO!

Tigrala têm entrevista e crítica na edição desta semana da brasileira “O Grito!”.

quarta-feira, 9 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Norberto Lobo na CASA DA MÚSICA (CLUBBING)

toda a informação aqui.
DATA: 26 de Fevereiro
PREÇO: 10 euros

CARTAZ:
SUGGIA
00:45 - 02:15 PETER HOOK performing "UNKNOWN PLEASURES"
23:30 - 00-15 GALA DROP

SALA 2
01:00 - 01:45 NORBERTO LOBO
00:00 - 00:45 SAMUEL ÚRIA

BARES 1 e 2
22:30 - 02:30 Miguel Sá Dj Set

CYBERMUSICA
23:00 - 00:00 Álvaro Costa apresenta: videografia de ANTON CORBIJN
00:15 - 01:15 FM EINHEIT + MASSIMO PUPILLO
01:30 - 02:15 GHUNA X

RESTAURANTE
03:00 - 05:00 THE GLIMMERS
01:00 - 03:00 DJ KITTEN

B Fachada no MARIA MATOS em Abril


B Fachada abre Abril com três concertos no Maria Matos: um para graúdos e dois para miúdos.

2 e 3 de Abril, 16h00, com espaço em palco para pais e filhos, showcases de meia-hora de duração com bilhetes a 2,50€ (crianças) e 5,00€ (adultos)
3 de Abril, 22h00, concerto com bilhetes a 12€ (a 6€ para menores de 30 anos)

B Fachada na BLITZ

No novo número da Blitz – capa Roger Waters – há uma entrevista com B Fachada em que se revela algo sobre futuros projectos.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Norberto Lobo na estrada



Sexta em Tomar e Sábado em Alpedrinha. Mais informações nos sites do
Theatro Bar (Cine-Teatro Paraíso) e do Teatro Clube de Alpedrinha.

Bill Carrothers no Jazz 6/4


"Joy Spring" está incluído nos dez melhores álbuns de 2010 no Jazz 6/4.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Aquaparque "Pintura Moderna" a 18 de Março


O novo álbum dos Aquaparque, “Pintura Moderna”, sai dia 18 de Março e terá, na mesma noite, concerto de apresentação em Lisboa - no sótão da loja Kolovrat 79 (Rua D. Pedro V, 79), pelas 21h30, com entradas a 7 Euros.

“Os Aquaparque têm origem em Santo Tirso, norte de Portugal. Pedro Magina (voz, casio tonebank, yamaha ds55, harmónica, percussão) e André Abel (voz, programações, guitarra) conheceram-se na primária no final da década de 80. Magina, com as suas botas ortopédicas, e André, com as suas camisas apertadas até ao pescoço, começaram a escrever música em conjunto pela altura que a “Antologia” dos Beatles passou na RTP2, já os dois andavam no ciclo. Magina era então um motivado atleta federado nos juvenis de futebol no Desportivo das Aves e André uma esquecível presença em peças de teatro amador. Tiveram as suas bandas com incautos adicionais, com estéticas comprometidas no seu diletantismo adolescente, de imersão metal gótico à la Lacrimosa dos parcos de técnica, à primeira vida dos dAnCE DAMage, inspirados pela recuperação do pós-punk do início do novo século. Ensaiaram uma vida inteira na sua amada e desdenhada cidade do Porto em espaços mitificados nos milieus das bandas emergentes do período, como o Poltergeist e o ‘Abílio’, no Bonfim, até salas DIY na Zona Industrial ou no Stop, e tocaram pelo país fora, de festivais ao ar livre dentro de muralhas em Miranda do Douro a garagens tornadas bares de alterne teen em Vieira do Minho. O pico deve ter sido no nunca-mais-será-como-antes Swing, no Porto. Precisaram deste tempo todo para escrever “Pintura Moderna” em algumas semanas.”.

Aquaparque

Numa certa perspectiva, “Pintura Moderna” funciona como uma terapia de estímulos sensoriais. Contém o balanço certo entre familiaridade e estranheza, seduz e desorienta, e traduz parte da cultura popular como um labirinto de espelhos. Tem tanto de aleatoriamente objectivo quanto de rigorosamente subjectivo. E, naquilo que de mais efémero simula, parece movido por um motor em contínua geração de sons saídos da pop de videoclip. Daquela que, formalmente instantânea, ganhou permanência na visão de certos produtores, na opção por determinados arranjos e, naturalmente, numa consistência rítmica, riqueza melódica e firmeza estética de alcance estrutural. Conduzem-nos até esta conclusão os seus momentos que, especulando, poderiam ter nascido em 80s, na alta costura sonora e combinação de estilo e substância de Stock, Aitken & Waterman, Trevor Horn, Jellybean Benitez, Bill Laswell ou Brian Eno atrás da mesa de mistura. Além daqueles nomes de cá que por altura do “É Isso Aí” (Aquaboogie, 2009), o seu primeiro disco, vieram à baila. Claro que concentrarmo-nos nisto facilita a compreensão mas encurta as vistas. Nenhuma destas canções começa e acaba num qualquer tráfico de influências. Quanto muito – nem tendo, de todo, de reconhecê-las conscientemente – tratam-nas de forma elíptica e reproduzem-lhes os códigos trocando-lhes a lógica. Porque não falaria “Pintura Moderna” a língua dos nossos dias se não expandisse violentamente as premissas tipológicas do qualquer género. Inscrevendo-se de forma exemplar na tradição dos que nesse contexto alteram paradigmas, concilia, ao nível dos processos, verosimilhança material com distanciamento da realidade, e manobra estrategicamente num jogo de sedução com a principal característica da pop de hoje: a simultânea afirmação e negação da própria vida de quem a ouve (e, quem sabe, da de quem a produz). E essa oscilação num mesmo espaço entre o eminentemente reconhecível e o profundamente abstracto – para que contribuirá também uma lírica idiomaticamente existencialista – produz apenas mais-valia estética quando inteiramente assumida. E é isso que fazem agora os Aquaparque. Situá-los numa produção nacional ainda mais fragmentada do que o que se supõe só interessa se for para compreendê-los tão confortavelmente à margem de tudo quanto no meio de todos. “Pintura Moderna” desentrincheira todas as ‘cenas’.

Vídeo para o tema de apresentação 'Para Além do Bronze'

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

A oferta de Dia de São Valentim de Tiago Lacrau

"São Valentim há-de valer pouco no calendário de um protestante mas como sou todo amor aproveito o dia para vos deixar uma oferta. Em Outubro entusiasmei-me a ouvir o "South Of Heaven" dos Slayer (um dos discos que eles menos gostam) e deu-me vontade de improvisar manhosamente sobre o talento deles. Tendo em conta que a banda sempre namorou um satanismo soft (mais feito de testosterona adolescente que anti-teologia séria) voltei a uma das velhas questões culturais cristãs do passado Século XX: why should the devil have all the good music? Assim sendo improvisei umas rimas semi-proselitistas sobre excertos das dez canções do disco. Tudo isto na minha confiável precariedade de meios técnicos. O resultado é este "Inverno Desinspirado do Rapaz do Sul do Céu (Uma pilhagem sonora em baixa-fidelidade com propósitos evangelísticos)" - podem sacá-lo aqui. Pedi ajuda ao Silas Ferreira que claramente me fez a capa do ano (aguardem pelas t-shirts em breve) e rematou os pormenores gráficos. É uma edição completamente artesanal (welcome back fotocópias a preto e branco, CD-Rs baratos, folhas dobradas e discos numerados pelo autor) limitada a 333 exemplares (com metade do número da besta conseguimos mais e melhor).
Por último deixo-vos também um teledisco que concebi e o Ben Monteiro concretizou. Mash-up policy, naturalmente. Tentámos manter na imagem o trash-metal-pop das cantigas, daí as angústias teológicas, os rodopios cinéticos, a exuberância oitentista brasileira (quero ouvir esse aplauso para a Cláudia Magno!) e a referência ao 50 Cent (porque no fim de contas isto é puro hip-hop).
Como dizem os namorados: amo-vos muito!"

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

B Fachada e Lula Pena ao longe


As traduções instantâneas dão resultados hilariantes e frequentemente absurdos, mas em ambos os casos nota-se pensamento original e uma genuína comoção. Para os curiosos, ficam então perspectivas vindas da Croácia (para B Fachada) e Áustria (para Lula Pena). A segunda é da autoria de Veit Stauffer, um dos responsáveis pela RecRec, que editou maravilhosos discos (de Fred Frith aos japoneses After Dinner) na década de 80.

Pepper Adams no PÚBLICO

Em crítica conjunta com o imortal "Waltz for Debby", de Bill Evans.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Lula Pena no Auditório Carlos Paredes

Entrada livre mediante reserva para o 217 123 000.

Melhores do Ano no PÚBLICO


“Troubadour”, de Lula Pena, está incluído nas listas de Vítor Belanciano e Mário Lopes.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2010 (Listas pessoais)

Dizia Marcelo Camelo numa entrevista recente que a música era "1% do [seu] campo de interesse". E embora a possamos invejar, é certo que ninguém esperará semelhante declaração daqui proferida. O que não quer dizer que o nosso ano se esgote no acompanhamento dos seus fenómenos. Mas porque será pelo nosso papel de observadores privilegiados que farão sentido, eis as listas de discos extrínsecos à nossa actividade profissional que em 2010 mais nos marcaram:


Ali Farka Touré & Toumani Diabaté “Ali and Toumani” (World Circuit)
Atomic “Theather Tilters Vol. 1” (Jazzland)
Best Coast “Crazy For You” (Mexican Summer)
Bola Johnson “Man No Die” (Vampisoul)
Bonnie 'Prince' Billy & The Cairo Gang “The Wonder Show of the World” (Drag City)
D.O. Misiani and Shirati Jazz “The King of History: Classic 1970s Benga Beats From Kenya” (Sterns)
Emeralds “Does it Look Like I’m Here?” (Mego)
Issa Juma and Super Wanyika Stars “World Defeats the Grandfathers: Swinging Swahili Rumba 1982-1986” (Sterns)
Jean-Marc Foltz, Matt Turner & Bill Carrothers “To the Moon” (Ayler)
Jeb Bishop Trio “2009” (Better Animal)
Jim O’Rourke “All Kinds of People ~ Love Burt Bacharach” (AWDR/LR2)
Jon Irabagon “Foxy” (Hot Cup)
Julian Lynch “Mare” (Old English Spelling Bee)
Konono Nº1 “Assume Crash Position – Congotronics 4” (Crammed)
Lobi Traoré “Rainy Season Blues” (Glitterhouse)
M. Takara 3 “Sobre Todas e Qualquer Coisa” (Desmonta)
Marcelo Jeneci “Feito Pra Acabar” (Slap)
Nate Wooley & Paul Lytton “Creak Above 33” (Psi)
Oneohtrix Point Never “Returnal” (Mego)
Psychedelic Aliens “Psycho African Beat” (Academy LPs)
Ray Anderson-Marty Ehrlich Quartet “Hear You Say” (Intuition)
Rodrigo Amado, Taylor Ho Bynum, John Hébert & Gerald Cleaver “Searching for Adam” (Not Two)
Schlippenbach Trio “Bauhaus Dessau” (Intakt)
Sun Araw “On Patrol” (Not Not Fun)
Tabu Ley Rochereau “The Voice of Lightness Vol. 2: Congo Classics 1977-1993” (Sterns)
Tomas Fujiwara & Taylor Ho Bynum “Stepwise” (Not Two)
Wadada Leo Smith & Ed Blackwell “The Blue Mountain’s Sun Drummer” (Kabell)
Wilson das Neves “Pra Gente Fazer Mais Um Samba” (Totolo)
Vários “Lagos Disco Inferno” (Academy LPs)
Vários “To Scratch Your Heart: Early Recordings from Istanbul” (Honest Jon’s)
(João Santos)

Ariel Pink's Haunted Graffiti “Before Today” (4AD)
Beach House “Teen Dream” (Sub Pop)
Best Coast “Crazy For You” (Mexican Summer)
Bonnie Prince Billy & The Cairo Gang “The Wonder Show Of The World” (Drag City)
Doug Paisley “Constant Companion” (No Quarter)
Geri Allen “Flying Toward The Sound” (Motéma)
Jim O’Rourke “All Kinds of People ~ Love Burt Bacharach” (AWDR/LR2)
Joanna Newsom “Have One on Me” (Drag City)
Konono Nº1 “Assume Crash Position – Congotronics 4” (Crammed)
Marilyn Crispell & David Rothenberg “One Dark Night I Left My Silent House” (ECM)
Richard Hawley “True Love’s Gutter” (Mute)
Vijay Iver “Solo” (Act)
+
Bruce Springsteen “The Promise: The Darkness on the Edge of Town Story” (Columbia)
Bob Dylan “The Original Mono Recordings” (Sony)
(Rui Ribeiral)

Curren$y “Pilot Talk” (DD172)
The Roots “How I Got Over” (Def Jam)
Erykah Badu “New Amerykah Part Two (Return of the Ankh)” (Motown)
Kanye West “My Beautiful Dark Twisted Fantasy” (Roc-A-Fella)
The Vandermark 5 Special Edition “The Horse Jumps & The Ship Is Gone” (Not Two)
Big Boi “Sir Lucious Left Foot the Son of Chico Dusty” (Purple Ribbon)
Flying Lotus “Cosmogramma” (Warp)
Ariel Pink Haunted Graffiti “Before Today” (4AD)
Jason Moran “Ten” (Blue Note)
Aloe Blacc “Good Things” (Stones Throw)
Emeralds “Does it Look Like I’m Here?” (Mego)
Sade “Soldier of Love” (Sony)
Gonjasufi “A Sufi and a Killer” (Warp)
Janelle Monáe “The ArchAndroid” (Bad Boy)
Kid Cudi “Man on the Moon II: The Legend of Mr. Rager” (Motown)
Nas & Damian Marley “Distant Relatives” (Def Jam)
Jim O’Rourke “All Kinds of People ~ Love Burt Bacharach” (AWDR/LR2)
Best Coast “Crazy For You” (Mexican Summer)
Sleight Bells “Treats” (Mom + Pop)
Rick Ross “Teflon Don” (Def Jam)
Mark Ronson & The Business INTL “Record Collection” (RCA)
Ingebrigt Håker Flaten/Joe McPhee “Blue Chicago Blues” (Not Two)
Rah Digga “Classic” (Raw Koncept)
Curren$y “Pilot Talk 2” (DD172)
Freeway and Jake One “The Stimulus Package” (Rhymesayers)
(Sérgio Gonçalves)

B Fachada na TIME OUT LISBOA (III)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

B Fachada na VISÃO

Melhores do Ano na TIME OUT

Ai a gralha no "Troubadour"!

Nuno Campos na TIME OUT

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

B Fachada no PÚBLICO

Sublinhamo-lo certamente invadidos pelo espírito natalício, mas a verdade é que os acasos da paginação no Ípsilon determinaram que fosse hoje publicada uma página em que só aparecem - dos que escrevem àqueles sobre os quais se escreve - amigos nossos (click para aumentar).

B Fachada na DIF

Melhores do Ano no SAPO

O Sapo elege os melhores discos nacionais de 2010 e Lula Pena está na lista.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

B Fachada na TIME OUT

Os americanos chamar-lhe-iam um "embarrassment of riches". Por cá é o que acontece sempre que se dá demasiado de uma coisa boa.