quarta-feira, 27 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Norberto Lobo no ÍPSILON

No Ípsilon relembra-se a razão pela qual todos devem antecipar a compra do bilhete para o concerto de apresentação de “Fala Mansa”, no próximo dia 11 de Maio, no Teatro da Trindade.

Bilhetes já à venda também em ticketline.pt.

1ª PLATEIA 12,50€
1º BALCÃO IMPAR 12,50€
1º BALCÃO PAR 12,50€
2ª PLATEIA 12,50€
2º BALCÃO IMPAR 10,00€
2º BALCÃO PAR 10,00€
BALCÃO CENTRAL IMPAR 12,50€
BALCÃO CENTRAL PAR 12,50€
CAMAROTE 1ª CENTRAL IMPAR 10,00€
CAMAROTE 1ª CENTRAL PAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM IMPAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM PAR 10,00€
PLATEIA MÓVEL 12,50€

segunda-feira, 18 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Norberto Lobo "Fala Mansa" no TEATRO DA TRINDADE (11 de Maio)

Celebramos o lançamento do novo disco do Norberto, "Fala Mansa" com um concerto que se prevê memorável a todos os níveis. Teremos muitas ocasiões de voltar a este assunto, mas, para já, o mais importante a reter será isto: os bilhetes estão já à venda! E atenção: a lotação do Teatro da Trindade está limitada a 443 espectadores. Por isso, ao contrário do que se passou na Casa do Alentejo no lançamento do "Pata Lenta" (em que se venderam exclusivamente os bilhetes à porta), devem garantir o vosso lugar o mais depressa possível. Basta pesquisar Norberto Lobo aqui.

PREÇÁRIO:
1ª PLATEIA 12,50€
1º BALCÃO IMPAR 12,50€
1º BALCÃO PAR 12,50€
2ª PLATEIA 12,50€
2º BALCÃO IMPAR 10,00€
2º BALCÃO PAR 10,00€
BALCÃO CENTRAL IMPAR 12,50€
BALCÃO CENTRAL PAR 12,50€
CAMAROTE 1ª CENTRAL IMPAR 10,00€
CAMAROTE 1ª CENTRAL PAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM IMPAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM PAR 10,00€
PLATEIA MÓVEL 12,50€

domingo, 10 de abril de 2011

Norberto Lobo no FACEBOOK


O Norberto já pode ser seguido no Facebook.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Raf(ael) Vilar amanhã na FNAC CHIADO

Estão todos convidados para aparecer às seis da tarde de amanhã na Fnac Chiado. O Rafael está de passagem por Lisboa e trouxe o violão.

“Studies in Bossa”, o álbum de estreia de Rafael ‘Raf’ Vilar, ganhou, de forma inesperada, um fã de peso, quando, ao incluir as suas canções no seu programa da BBC 2, Jamie Cullum a ele se referiu como um “fabuloso disco”, que “adorava”. O título em inglês e a simpatia da imprensa e comunidade musical da capital britânica devem-se ao facto de Rafael viver em Londres – e talvez seja essa a razão de ser destas canções, que flutuam entre a evocação de um Rio de Janeiro introspectivo e melancólico, com um samba mais elegante do que exuberante, e um sentido de eterna deriva que encontra âncora nos sentimentos. Porque fala quase só de amor e devoção este sobrinho de Ivan Conti – baterista dos lendários Azymuth – que agora se aventura pelo mundo, em boa hora passa por uma Lisboa que tem andado tão tecnocratizada.

ouçam um trecho de ‘Sem Ter Você’ na versão do álbum.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

B Fachada no SAPO.PT

(foto de Luis Martins)
Pedro Miguel Silva faz a crónica do concerto de ontem: Ontem, no primeiro dos dois concertos para os mais crescidos, Fachada iniciou a viagem de retorno à adolescência com uma interpretação ao piano de “Os Índios da Meia-Praia”, música de contestação e retrato da miséria lusitana pintado por Zeca Afonso, banda sonora para a subida dos ratings e a indefinição dos mercados. Ainda em registo íntimo, brindou-nos com “Só te falta seres mulher”, porventura um dos mais tocantes temas sobre a descoberta da sexualidade.
Com “Barrigão”, que contou com a participação especial de Lula Pena, entrámos oficialmente no parque infantil “É Pra Meninos”. Aqui, com as primeiras ecografias, os pontapés na barriga, a mudança de fraldas malcheirosas e o gatinhar endiabrado, num tempo dividido entre pais e avós para ver quem se chega à frente e toma conta da criança.
“Tó-Zé”, manifesto conta o mundo mastigado e a atitude de pau-mandado, é aqui vivido no espírito Voca People, com Martim e Mariana a marcarem o ritmo num palco iluminado por candeeiros de cabeceira.
Em “A Casa do Manel” mergulhamos no universo do faz-de-conta, na vida com que sonhávamos quando passávamos as horas fechados em salas de aula, ansiosos por construir um futuro à nossa imagem, em fazer as coisas por prazer e atirar com o dever às urtigas.
“Dia de Natal”, tema ideal para acompanhar a montagem da árvore de natal e do presépio em família, vai muito para além das desilusões apanhadas em criança com os presentes desembrulhados. Que dizer das peúgas e dos pijamas que, ano após ano, tivemos de desembrulhar na idade adulta? Quem nunca recebeu um pijama como prenda de Natal que atire a primeira peúga!
“Questões de Moral” é o primeiro grito de rebeldia de um puto bem comportado, que toma conta das irmãs, faz a cama, põe a mesa e não se mete em confusões. Afinal, o que será da vida sem alguma traquinice?
Como ensinamentos para uma vida adulta de sucesso nada melhor do que uns “Conselhos de Avô”, que nos incitam a trocar a sopa por uma bela lagosta, já que a vida a triturar bem pode ficar para mais tarde. A banda falha a entrada neste tema e Fachada assume: “Não é amador, é só sem truque”. Um concerto traquina este.
Com “Agosto” recordamos os amores de verão, o lado platónico da vida, as primeiras saudades que apertavam o coração mas que passavam com o regresso às aulas e com a visão de novas beldades que se juntavam à turma.
Segue-se nova incursão ao disco homónimo, numa passagem de testemunho da adolescência à vida adulta. “Estar à espera ou procurar” recebe um tratamento à Sonic Youth mas em versão levezinha; “Tempo para Cantar” é a entrada na velhice, o recordar de uma vida passada entre sonhos desfeitos, outros refeitos, de um percurso movido pela má fama e pelas más-línguas na procura de uma identidade.
Apesar de se confessar extremamente cansado, dizendo que as crianças lhe tinham dado cabo do corpinho e da cabeça, Fachada ofereceu-nos como encore dois temas em que canta como se não houvesse amanhã: “Memórias de Paco Forcado” e “Kit de Prestidigitação”..

B Fachada no TEATRO MARIA MATOS (fotos)

Algumas fotos do concerto de ontem. São do Luis Martins.

B Fachada no METRO

Com o ritmo de edição de discos, acaba por se falar muito de B Fachada. Uns bem, outros mal. Tem por hábito procurar aquilo que as pessoas dizem da sua música?
Eu encaro tudo com muita leveza. No fundo, o meu assunto não é acerca de me impor a mim mesmo. Não sou nem seguro nem inseguro, encaro o que faço como se tivesse sido sempre mau e piroso (risos). O sentido crítico e de auto-ironia está sempre muito presente, portanto, no fundo, consigo sempre divertir-me com o que as pessoas dizem: seja de bom, seja de mau. Acho divertidas as pessoas que acham que estou a dizer verdades nas canções; mas acho cómico as pessoas que perdem tempo a dizer que não gostam daquilo que eu faço e a arranjar razões para isso, a comentar isso e a ficar chateados com as pessoas que gostam. Ambos os extremos são divertidos! Não procuro o que dizem, mas há sempre alguém que encontra.

Ainda assim leva a sua música muito a sua música muito a sério?
Eu levo a minha profissão muito a sério, o que não quer dizer que levo a minha música muito a sério. Levo a sério o meu papel de fazer canções, os discos, mas ao mesmo tempo tenho uma noção – talvez em demasia –de que as canções são feitas para morrer e que o meu trabalho é de passagem. O trabalho na cultura popular tem que ser sempre um trabalho de passagem, de agarrar no que existe, gostar, destruir, e a seguir ser destruído pelo próximo. Essa noção está sempre presente apesar de levar o meu trabalho tão a sério como um padeiro. Mas o padeiro também não se apaixona por todas as carcaças que faz todos os dias. Uma coisa é levar a sério o papel de fazer pão, outra é ficar ofendido por pessoas que não comem o pão..

Aquaparque no EXPRESSO

Escreveu João Lisboa que os Aquaparque “(…) manipulam, desfiguram, realinham e fragmentam abstrações digitais, enovelam melodias, perplexidades e distorção, e, um pouco à maneira rigorosamente caótica de uns Animal Collective, inventam um privado e luminoso labirinto sonoro onde já começa a ser perigosamente apetecível perder-se.”.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

Ricardo Rocha no EXPRESSO (escolhas)

Nas vésperas do seu concerto no Teatro Maria Matos, Ricardo Rocha elaborou uma lista de audições preferidas para o Expresso.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Ricardo Rocha na TIME OUT

Só aceitei fazer isto porque a editora me chateou para tocar, uma vez que não fiz lançamento do disco. Já tinha feito uma vez, quando foi o Voluptuária, e essas coisas são sempre deprimentes. Mas eles disseram-me: “Tens de fazer alguma coisa porque o disco já saiu há não sei quanto tempo e nunca se fez nada.” Então aceitei fazer numa espécie de dívida de gratidão por eles terem editado o álbum.

Vais tocar apenas os temas do Luminismo?
O que se vai passar é simples – quer dizer, para mim não é simples. Decidi, pela primeira vez, tocar todas as minhas peças. Nunca fiz isso. Normalmente tocava uma maioria de peças minhas e depois, no máximo, três do Pedro Caldeira Cabral e três do Carlos Paredes. Desta vez, para mal dos meus pecados, excluí as peças do Pedro e do Paredes e vou tocar só as minhas, o que engloba este disco e o outro também. E mesmo assim ainda sobram algumas peças que não vou poder fazer – não há dinheiro – porque são para guitarra e cravo, guitarra e violino. Portanto vai ser um verdadeiro tormento, um verdadeiro pesadelo para mim. E provavelmente vai correr mal, mas também já estou habituado.

Imagina que corria muito bem.
Não corre. Mas está bem, e depois?

Sim, e depois? O que se seguia?
E depois nada, isto é uma anedota completa. A última vez que fiz isto foi para aí há dois anos no CCB. Depois torna-se ridículo porque a preparação é extremamente dolorosa, é levantar reportório quase do zero. Não compensa financeira nem psicologicamente estar a fazer isto uma vez por ano.

Paraste mesmo de compor?
Sim, nunca mais compus, nos últimos três anos não fiz mais nada. Mas também já fiz imensas peças. Agora não tenho nada para desenvolver nem para fazer. A sensação que tenho é que a recta final já chegou.

Vês este concerto como o último?
Acho que sim. E espero que sim. Só uma pessoa muito inconsciente ou muito burra é que pode achar ou pensar que existe um futuro brilhante numa espécie de carreira de concerto. Não há. Não existe e nunca existiu.

Há algum compositor que te aliciaria se te convidasse a trabalhar com ele?
Deus queira que nunca me aconteça, mas se acontecer eu recuso. [Pausa] O Pedro Amaral, que é o compositor português de que mais gosto. Do pouco que ouvi fiquei com a sensação que é um compositor fantástico, e normalmente não me engano. Mas isso é uma coisa, outra é compor para um instrumento que não se conhece.

O que diz o teu avô [o guitarrista Fontes Rocha] da tua música?
Ele gosta muito das peças do Pedro Caldeira Cabral. Da minha música nunca me disse nada.

Nunca procuraste saber a opinião dele?
Não, nunca procuro saber a opinião de ninguém acerca do que faço. Tento evitar.
Gonçalo Frota

terça-feira, 22 de março de 2011

Ricardo Rocha no Teatro Maria Matos (29 de Março)

Ricardo Rocha apresentar-se-á no Teatro Maria Matos no próximo dia 29 de Março (Terça-Feira), pelas 22h00, naquele que será o seu primeiro concerto a solo em Lisboa desde 11 de Julho de 2008.

Há, como sempre com o Ricardo, a hipótese de ser o último. Talvez por isso, contrariando uma agenda que em disco incluiu Carlos Paredes ou Pedro Caldeira Cabral, se vá exclusivamente concentrar nas suas composições e arriscar um integral – 16 peças* - da sua obra para guitarra portuguesa enquanto instrumento solista.

Será, também por isso, imperdível. Mas, mais do que pela singularidade da apresentação, tornar-se-á fundamental por garantir o testemunho de algo ainda mais raro: a batalha contra a involução.

Uma batalha que, resumidamente, nasce do desejo do Ricardo – para todos os efeitos, enquanto acompanhante de Carlos do Carmo ou colaborador, em disco, de Carminho ou Cuca Roseta, um seu agente – em remover o fado de um instrumento que durante mais de um século quase só no fado ganhou expressão.

Há aqui, claro, um enorme paradoxo. E outro, que é a guerra vir bater à porta daquele que para tal nunca se preparou. Seja como for, ignorar-lhe a manifestação em palco será permanecer, neste particular, indiferente a um abalo cultural sem precedentes.

* As peças:

Iniciação

Fragmentação em Ornamento

Frenesim

Teoria Falhada

Rotina Enfadonha

Relativismo Temporal

Estudo Convulsianalítico

Ténue-o-Sensorialismo

Lúciferianismo

Luminismo Esplandecente

Abismo Satânico

Homenagem a Carlos Paredes

Voluptuária

Nibaires

Rdnaxela

Rdnaxela Hciveyalokin Nibaires



Aquaparque na VICE


Miguel Arsénio explica como “André Abel e Pedro Magina sabem desgovernar a estrutura da canção, embora nunca deixem que esse caos desabe sobre as melodias e os incríveis arranjos que se colam depois na cabeça (muito)”.

segunda-feira, 21 de março de 2011

sábado, 19 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Aquaparque: concerto de lançamento de "Pintura Moderna"

Tigrala no GRITO!

Tigrala têm entrevista e crítica na edição desta semana da brasileira “O Grito!”.

quarta-feira, 9 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Norberto Lobo na CASA DA MÚSICA (CLUBBING)

toda a informação aqui.
DATA: 26 de Fevereiro
PREÇO: 10 euros

CARTAZ:
SUGGIA
00:45 - 02:15 PETER HOOK performing "UNKNOWN PLEASURES"
23:30 - 00-15 GALA DROP

SALA 2
01:00 - 01:45 NORBERTO LOBO
00:00 - 00:45 SAMUEL ÚRIA

BARES 1 e 2
22:30 - 02:30 Miguel Sá Dj Set

CYBERMUSICA
23:00 - 00:00 Álvaro Costa apresenta: videografia de ANTON CORBIJN
00:15 - 01:15 FM EINHEIT + MASSIMO PUPILLO
01:30 - 02:15 GHUNA X

RESTAURANTE
03:00 - 05:00 THE GLIMMERS
01:00 - 03:00 DJ KITTEN

B Fachada no MARIA MATOS em Abril


B Fachada abre Abril com três concertos no Maria Matos: um para graúdos e dois para miúdos.

2 e 3 de Abril, 16h00, com espaço em palco para pais e filhos, showcases de meia-hora de duração com bilhetes a 2,50€ (crianças) e 5,00€ (adultos)
3 de Abril, 22h00, concerto com bilhetes a 12€ (a 6€ para menores de 30 anos)