quarta-feira, 6 de julho de 2011

B Fachada no BANDCAMP

Agora podem ouvir e comprar digitalmente a música de B Fachada num só sítio: Bandcamp (com comentários e notas aos discos pelo próprio).

Norberto Lobo no DIÁRIO DE NOTÍCIAS (crítica)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Norberto Lobo 'Chuva Ácida (Darque)

Mais um tema retirado do CD "Fala Mansa", à venda nas lojas.
Norberto Lobo - Chuva Ácida (Darque) by Mbari Música

Nuno Campos no PÚBLICO

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Frank Sinatra "Colecção Sinatra Masterworks"

Todos os álbuns gravados para a Capitol, em edições remasterizadas (e, sim, a distância considerável das anteriormente disponibilizadas em CD), com temas bónus, capas originais e a uns irresistíveis 8,99 nas lojas Fnac.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

B Fachada "Deus, Pátria e Família" (LETRA)

Download gratuito da canção no nosso site.

sábado, 11 de junho de 2011

Norberto Lobo no DIÁRIO DE NOTÍCIAS

Este Sábado houve dose dupla de Norberto no DN. Aqui e aqui

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ricardo Rocha na FESTA DO FADO

Mesmo aqui no coração do Chiado, inserido no programa da Festa do Fado, Ricardo Rocha, acompanhado por Jaime Santos Jr., apresenta-se por três vezes na Igreja do Sacramento. Ou seja, ao contrário do que tem vindo a ser noticiado, não se tratam de concertos a solo nem, muito menos, oportunidades para se ouvir as suas composições. São antes, isso sim, igualmente imperdíveis hipóteses de testemunhar uma homenagem a pioneiros do discurso solista para guitarra portuguesa no contexto do fado, como Armandinho, José Nunes, Domingos Camarinha, Jaime Santos ou Francisco Carvalhinho.

A 9, 16 e 23 de Junho, sempre às 19h, com entrada livre.
E é assim:

segunda-feira, 6 de junho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Passatempo Nokia/B Fachada (TERMINADO)

Obrigado a todos os participantes e parabéns aos vencedores

terça-feira, 31 de maio de 2011

Norberto Lobo 'Balada para Lhasa'

Muito se tem falado do tema dedicado a Lhasa de Sela no disco novo do Norberto. Para que todos o possam ouvir, e para persuadir eventuais indecisos em comprar "Fala Mansa", resolvemos partilhá-lo:

Balada para Lhasa by Mbari Música

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Norberto Lobo na BLITZ

Lia Pereira saúda Norberto Lobo dizendo que ele, "mais do que uma promessa, é já um mestre pelo qual o valor alheio pode ser auferido".

terça-feira, 10 de maio de 2011

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Norberto Lobo no EXPRESSO (entrevista)

Norberto Lobo no JORNAL DE NOTÍCIAS

Norberto Lobo no EXPRESSO (crítica)

Saiu a primeira crítica a "Fala Mansa" (click para aumentar):

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Norberto Lobo (as fotos)



As guitarras de Norberto Lobo

Prontas para reflectir a talha dourada do Teatro da Trindade.

Norberto Lobo no BLITZ.PT (com novo tema para audição)

No site da Blitz pode ouvir-se um dos temas de "Fala Mansa", o novo álbum do Norberto. Trata-se de 'Charleston para Jack', dedicado à memória de Jack Rose, guitarrista com o qual partilhou cartaz por duas vezes em Lisboa (a 4 de Junho de 2007 na ZDB e a 3 de Dezembro de 2008 no Cabaret Maxime). Em Julho de 2009, numa entrevista para o Expresso, o Norberto falou sobre o Jack.

"Fala Mansa" sai dia 11. A ocasião é celebrada com um concerto às dez da noite no Teatro da Trindade. Não o percam.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Norberto Lobo "Fala Mansa" (o texto de apresentação)


O Norberto raramente fala sobre os seus concertos a solo. A não ser – quando conta que foi em Brest ouvido por Fred Frith ou em Montreal por Lhasa – que lhe tenham as circunstâncias de determinada apresentação acendido uma chama colaborativa. Porque, por mais que pelo país e mundo fora toque, são os encontros o que mais vividamente recorda (numa lista de parcerias que inclui Naná Vasconcelos, Ernst Reijseger, Rhys Chatham, Stephen Basho-Junghans, Gary Lucas ou Devendra Banhart). É então natural que nos últimos anos se tenha desdobrado em acções colectivas (com Norman e Tigrala editados em 2010) e em projectos de imprevisível consequência. O que de certa forma alimenta uma manifestação mais livre e aberta da sua arte, de que vão surgindo inesperados ecos, como neste vídeo filmado na ilha açoriana de São Miguel.

Neste contexto é difícil amansar-lhe a produção. Até porque está na sua natureza ser assim, travessa, reactiva, em constante excitação e em sistemática fuga. Tem, de facto, e à imagem do seu criador, tendência a, mal nasce, espalhar-se pelo mundo em exploração de infinitas possibilidades. E talvez seja essa a razão por trás de tanta empatia. Michael Jantz, crítico da Foxy Digitalis que nada sabe sobre o Norberto, considerou-a, depois de ouvir “Pata Lenta” (Mbari, 2009), “universalmente identificável como uma poderosa expressão de humanidade”. E é frequente surgir esta ideia de que é de todos embora seja apenas para todos, encontrando-se-lhe lugares em que nunca esteve e identificando-se-lhe memórias que não pode carregar. Vem daí – da simulação do que normalmente se entende por tradicional e comunitário – parte da sua força. Nada, aliás, que ao Norberto desagrade.

Mas porque a relação do Norberto com a música também passa pelos discos, há momentos em que se impõe ultrapassar a vida sem em nada a trair. Conciliar o impulso de diversidade estética com a necessidade de manter coerência e, fundamentalmente, honestidade face aos seus mais básicos instintos criativos. A responsabilidade que esta perspectiva pressupõe explica – face às suas experiências – a sua parca discografia. E é do mesmo modo resultante do respeito que nutre pela obra daquelas figuras – como John Coltrane, Robert Wyatt ou Don Cherry – que amiúde vai citando. Daí que seja importante compreender que um novo álbum seu não é só o retrato de determinado período ou a sintetização de repertório recentemente acumulado: é igualmente um acto de transcendência face à realidade que conhece, um momento de superação artística que tem forçosamente de gerar mais-valias para ganhar razão de ser, o fruto – ou a semente, como se queira ver – que justifica a árvore e, inevitavelmente, a aceitação das suas contradições, desejos, medos e inquietações.

Este seu terceiro disco é a demonstração dessa ascese e um comovente sintoma de maturidade. É o resultado da acção do tempo sobre os princípios de “Mudar de Bina” (Bor Land, 2007) e “Pata Lenta” – para os quais são lançadas pistas e dos quais se retiram ensinamentos – e, em simultâneo, a fixação do instante em que mais claramente encontra um humilde e generoso autor a sua voz, a sua fala mansa, em que mais directamente espelha os seus afectos e preocupações e em que torna ainda mais invisível uma prodigiosa técnica que tem na gestão do silêncio e na transparência com que expõe as suas complexas ideias uma derradeira prova de crescimento.

É, caso fosse preciso, o sinal que pode ficar uma vida inteira a gravar que dificilmente se repetirá. As novidades – e é tudo sempre novo – mais evidentes prender-se-ão com os temas com que abre e fecha, mas ‘Charleston para Jack’ (dedicado a Jack Rose), por exemplo, uma oração de múltiplas vozes e de linhas discursivas em constante sobreposição, revelam como nunca antes uma capacidade de inventar um espaço próprio numa fórmula canónica. Depois, como em ‘Balada para Lhasa’ (Lhasa de Sela, outro fantasma), há canções em que – e jamais soou tão íntimo de quem o ouve – exprime um dom para ternas e melancólicas melodias com um sentimento sem precedentes. Nem alguma vez foi tão sério quanto neste ‘Requiem para as Abelhas’, nem, por outro lado, tanto se assemelhou ao gato que se diverte a perseguir pelo chão o reflexo de um raio de luz como em ‘Aconchego Solar’. Por fim, estreia-se a cantar e tocar piano e teclados em disco na canção titular, uma pérola de quem se vai tornando mais músico do que instrumentista. Por tudo isto, é cada vez mais senhor de si, cada vez mais de nós todos.

Norberto Lobo "Fala Mansa" (a capa)


Arte: "A Haiku for Norberto", Michael Biberstein, 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Norberto Lobo no ÍPSILON

No Ípsilon relembra-se a razão pela qual todos devem antecipar a compra do bilhete para o concerto de apresentação de “Fala Mansa”, no próximo dia 11 de Maio, no Teatro da Trindade.

Bilhetes já à venda também em ticketline.pt.

1ª PLATEIA 12,50€
1º BALCÃO IMPAR 12,50€
1º BALCÃO PAR 12,50€
2ª PLATEIA 12,50€
2º BALCÃO IMPAR 10,00€
2º BALCÃO PAR 10,00€
BALCÃO CENTRAL IMPAR 12,50€
BALCÃO CENTRAL PAR 12,50€
CAMAROTE 1ª CENTRAL IMPAR 10,00€
CAMAROTE 1ª CENTRAL PAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM IMPAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM PAR 10,00€
PLATEIA MÓVEL 12,50€

segunda-feira, 18 de abril de 2011