Agora podem ouvir e comprar digitalmente a música de B Fachada num só sítio: Bandcamp (com comentários e notas aos discos pelo próprio).
quarta-feira, 6 de julho de 2011
B Fachada no BANDCAMP
Agora podem ouvir e comprar digitalmente a música de B Fachada num só sítio: Bandcamp (com comentários e notas aos discos pelo próprio).
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Norberto Lobo 'Chuva Ácida (Darque)
Mais um tema retirado do CD "Fala Mansa", à venda nas lojas.
Norberto Lobo - Chuva Ácida (Darque) by Mbari Música
Norberto Lobo - Chuva Ácida (Darque) by Mbari Música
terça-feira, 28 de junho de 2011
B Fachada no PÚBLICO

B Fachada diz "não estou interessado em ser absorvido pela história da cultura portuguesa por cantar em português" (o que, adaptado à nossa realidade, podia bem ser o nosso lema enquanto editora) e muito mais em entrevista ao Ípsilon.
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Frank Sinatra "Colecção Sinatra Masterworks"
Todos os álbuns gravados para a Capitol, em edições remasterizadas (e, sim, a distância considerável das anteriormente disponibilizadas em CD), com temas bónus, capas originais e a uns irresistíveis 8,99 nas lojas Fnac.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Norberto Lobo na TIME OUT LISBOA (ZdB)
O Norberto é destacado num vasto elenco que ocupa a ZDB sexta-feira à noite.Anúncio: “Porque são demasiados anos a suar às estopinhas, juntamos numa só noite, amigos e músicos da Zé dos Bois para uma festa a acontecer por todo o nosso edifício. Pretendemos assim angariar fundos para equipar o Aquário com um ar condicionado, numa noite patrocinada pela generosidade de todos que se solidarizam com esta causa”.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
B Fachada no i
António Pires conclui que “Nunca mais haverá um "FMI" de José Mário Branco. Mas num tempo em que voltou a fazer todo o sentido haver uma nova vaga (…) da canção de protesto em Portugal (…) aquilo que mais se aproxima desse emblemático grito de revolta, desânimo, tristeza mas também de inteligente ironia, de José Mário Branco, é a nova canção de B Fachada”.Em virtude das comparações recentes entre o “Deus, Pátria e Família”, de B Fachada, e o “FMI” (dois temas de vinte minutos certos), para sublinhar as devidas diferenças, convirá relembrar o texto original de José Mário Branco.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
B Fachada no DIÁRIO DIGITAL
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Ricardo Rocha na FESTA DO FADO
Mesmo aqui no coração do Chiado, inserido no programa da Festa do Fado, Ricardo Rocha, acompanhado por Jaime Santos Jr., apresenta-se por três vezes na Igreja do Sacramento. Ou seja, ao contrário do que tem vindo a ser noticiado, não se tratam de concertos a solo nem, muito menos, oportunidades para se ouvir as suas composições. São antes, isso sim, igualmente imperdíveis hipóteses de testemunhar uma homenagem a pioneiros do discurso solista para guitarra portuguesa no contexto do fado, como Armandinho, José Nunes, Domingos Camarinha, Jaime Santos ou Francisco Carvalhinho.A 9, 16 e 23 de Junho, sempre às 19h, com entrada livre.
E é assim:
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
Norberto Lobo 'Balada para Lhasa'
Muito se tem falado do tema dedicado a Lhasa de Sela no disco novo do Norberto. Para que todos o possam ouvir, e para persuadir eventuais indecisos em comprar "Fala Mansa", resolvemos partilhá-lo:
Balada para Lhasa by Mbari Música
Balada para Lhasa by Mbari Música
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Norberto Lobo na BLITZ
segunda-feira, 23 de maio de 2011
quinta-feira, 19 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Norberto Lobo no i
"Isso vem no press? Pois, o João escreve essas coisas e depois tenho que explicar”. Obrigado, Norberto (João).
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Norberto Lobo no BLITZ.PT (com novo tema para audição)
"Fala Mansa" sai dia 11. A ocasião é celebrada com um concerto às dez da noite no Teatro da Trindade. Não o percam.
terça-feira, 3 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Norberto Lobo "Fala Mansa" (o texto de apresentação)

O Norberto raramente fala sobre os seus concertos a solo. A não ser – quando conta que foi em Brest ouvido por Fred Frith ou em Montreal por Lhasa – que lhe tenham as circunstâncias de determinada apresentação acendido uma chama colaborativa. Porque, por mais que pelo país e mundo fora toque, são os encontros o que mais vividamente recorda (numa lista de parcerias que inclui Naná Vasconcelos, Ernst Reijseger, Rhys Chatham, Stephen Basho-Junghans, Gary Lucas ou Devendra Banhart). É então natural que nos últimos anos se tenha desdobrado em acções colectivas (com Norman e Tigrala editados em 2010) e em projectos de imprevisível consequência. O que de certa forma alimenta uma manifestação mais livre e aberta da sua arte, de que vão surgindo inesperados ecos, como neste vídeo filmado na ilha açoriana de São Miguel.
Neste contexto é difícil amansar-lhe a produção. Até porque está na sua natureza ser assim, travessa, reactiva, em constante excitação e em sistemática fuga. Tem, de facto, e à imagem do seu criador, tendência a, mal nasce, espalhar-se pelo mundo em exploração de infinitas possibilidades. E talvez seja essa a razão por trás de tanta empatia. Michael Jantz, crítico da Foxy Digitalis que nada sabe sobre o Norberto, considerou-a, depois de ouvir “Pata Lenta” (Mbari, 2009), “universalmente identificável como uma poderosa expressão de humanidade”. E é frequente surgir esta ideia de que é de todos embora seja apenas para todos, encontrando-se-lhe lugares em que nunca esteve e identificando-se-lhe memórias que não pode carregar. Vem daí – da simulação do que normalmente se entende por tradicional e comunitário – parte da sua força. Nada, aliás, que ao Norberto desagrade.
Mas porque a relação do Norberto com a música também passa pelos discos, há momentos em que se impõe ultrapassar a vida sem em nada a trair. Conciliar o impulso de diversidade estética com a necessidade de manter coerência e, fundamentalmente, honestidade face aos seus mais básicos instintos criativos. A responsabilidade que esta perspectiva pressupõe explica – face às suas experiências – a sua parca discografia. E é do mesmo modo resultante do respeito que nutre pela obra daquelas figuras – como John Coltrane, Robert Wyatt ou Don Cherry – que amiúde vai citando. Daí que seja importante compreender que um novo álbum seu não é só o retrato de determinado período ou a sintetização de repertório recentemente acumulado: é igualmente um acto de transcendência face à realidade que conhece, um momento de superação artística que tem forçosamente de gerar mais-valias para ganhar razão de ser, o fruto – ou a semente, como se queira ver – que justifica a árvore e, inevitavelmente, a aceitação das suas contradições, desejos, medos e inquietações.
Este seu terceiro disco é a demonstração dessa ascese e um comovente sintoma de maturidade. É o resultado da acção do tempo sobre os princípios de “Mudar de Bina” (Bor Land, 2007) e “Pata Lenta” – para os quais são lançadas pistas e dos quais se retiram ensinamentos – e, em simultâneo, a fixação do instante em que mais claramente encontra um humilde e generoso autor a sua voz, a sua fala mansa, em que mais directamente espelha os seus afectos e preocupações e em que torna ainda mais invisível uma prodigiosa técnica que tem na gestão do silêncio e na transparência com que expõe as suas complexas ideias uma derradeira prova de crescimento.
É, caso fosse preciso, o sinal que pode ficar uma vida inteira a gravar que dificilmente se repetirá. As novidades – e é tudo sempre novo – mais evidentes prender-se-ão com os temas com que abre e fecha, mas ‘Charleston para Jack’ (dedicado a Jack Rose), por exemplo, uma oração de múltiplas vozes e de linhas discursivas em constante sobreposição, revelam como nunca antes uma capacidade de inventar um espaço próprio numa fórmula canónica. Depois, como em ‘Balada para Lhasa’ (Lhasa de Sela, outro fantasma), há canções em que – e jamais soou tão íntimo de quem o ouve – exprime um dom para ternas e melancólicas melodias com um sentimento sem precedentes. Nem alguma vez foi tão sério quanto neste ‘Requiem para as Abelhas’, nem, por outro lado, tanto se assemelhou ao gato que se diverte a perseguir pelo chão o reflexo de um raio de luz como em ‘Aconchego Solar’. Por fim, estreia-se a cantar e tocar piano e teclados em disco na canção titular, uma pérola de quem se vai tornando mais músico do que instrumentista. Por tudo isto, é cada vez mais senhor de si, cada vez mais de nós todos.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Norberto Lobo no ÍPSILON
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1ª PLATEIA 12,50€
1º BALCÃO IMPAR 12,50€
1º BALCÃO PAR 12,50€
2ª PLATEIA 12,50€
2º BALCÃO IMPAR 10,00€
2º BALCÃO PAR 10,00€
BALCÃO CENTRAL IMPAR 12,50€
BALCÃO CENTRAL PAR 12,50€
CAMAROTE 1ª CENTRAL IMPAR 10,00€
CAMAROTE 1ª CENTRAL PAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM IMPAR 10,00€
CAMAROTE 2ª ORDEM PAR 10,00€
PLATEIA MÓVEL 12,50€
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
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