
Escreve Nuno Catarino: “Neste disco Agustí Fernández desenvolve uma música baseada em motivos (subconscientemente?) interiorizados, que são laboriosamente transformados em matéria nova. Desvinculando-se das suas típicas estratégias oblíquas e alta intensidade, o catalão opta por uma suave linearidade, assumindo um discurso sólido, ancorado numa permanente subtileza, contenção e controlo”.